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Caleidoscópio do Território — protótipo aberto, em construção · primeira obra ancorada no território
Cordel 2.0 registro coletivo do território

Caleidoscópio do Território · módulo 1 · bairro Uruguai · Salvador, Bahia

O entorno do Espaço Cultural Alagados

Quinhentos metros de raio ao redor de um galpão cultural no Final de Linha do Uruguai, na Península de Itapagipe — a Cidade Baixa de Salvador. É este o chão do primeiro módulo de letramento digital do Caleidoscópio: o mapa está logo abaixo, e a história do lugar vem depois dele.

A porta do território

O mapa vivo — e a caminhada em 3D

Abaixo está o mapa vivo do território, desenhado com os dados abertos do OpenStreetMap: dá para arrastar, aproximar e tocar em cada ponto — a obra, o comércio, a escola, a praça, o largo — com as três famílias de filtro e a busca funcionando aqui mesmo, em qualquer celular. O mapa abre sozinho, conversa só com este site e não pede conta nem posição a ninguém — e custa, com motor e chão, cerca de 60 KB comprimidos, somados aos da página: tudo junto continua abrindo em menos de 3 segundos a 400 kbps. Os dois números têm guardião: um teste do build reprova se o mapa engordar além do que esta frase promete. Mais abaixo, a planta de traço continua valendo sem JavaScript — e, atrás do clique em entrar, o mesmo chão vira volume: dá para orbitar, aproximar e andar por cima do bairro em 3D.

O mapa interativo precisa de JavaScript, que está desligado ou não carregou. Nada se perde: a planta desenhada e as listas em texto, logo abaixo, contam o mesmo território.

Planta do perímetro

O território em volume

Entrar baixa duas coisas que ainda não vieram: o arquivo do território (346 KB, cerca de 101 KB comprimidos) e o motor 3D (563 KB, cerca de 153 KB comprimidos). São aproximadamente 254 KB de transferência na primeira vez, e nada nas seguintes — depois disso, tudo é montado no seu aparelho.

A caminhada em 3D precisa de JavaScript ligado. Com ele desligado, ficam a planta acima e a descrição em texto mais abaixo — que dizem a mesma coisa.

Ler a obra de Dilma Santana → É a haste de folheto em ocre marcada no mapa acima, a 30 metros da âncora: a única obra ancorada neste território. A página dela abre sem baixar a cena.

O que se vê: volumes gerados a partir de 2.911 das 2.922 edificações mapeadas no OpenStreetMap dentro do perímetro (onze ficaram abaixo do piso de 8 m²), mais a malha de ruas e becos, as áreas de mata e campo e a linha da maré — a água que o uso local e a história chamam de Enseada dos Tainheiros, nome que nenhuma feição do mapa carrega. Um marco em ocre assinala a praça em frente ao Espaço Cultural Alagados — a que o mapa registra como Praça do Uruguai e o bairro chama de Praça da Alegria. As alturas são estimadas, não medidas. Apenas 6 das edificações têm número de pavimentos declarado no OpenStreetMap e nenhuma tem altura levantada: todas as demais recebem 3,2 m, a altura de uma casa térrea, com uma pequena variação para o conjunto não parecer uma planilha. Isso é massa de partida para reconhecer o desenho das quadras — não é cadastro, não é levantamento topográfico e não descreve nenhuma casa em particular. Cor, textura, árvore e horizonte são desenho, não levantamento. As cores das paredes, o desgaste, a mureta no alto das casas e as manchas do chão saem de sorteio estável a partir de uma paleta de autoconstrução — dão textura, não informação. O tijolo, o reboco descascado, a terra batida, o remendo do asfalto, o degrau da escadaria e a ondulação da maré são desenhados no seu aparelho, com retângulo e degradê, na hora: nenhuma fotografia é baixada, e nenhuma poderia ser — uma foto de fachada aqui seria a fachada de alguém, e ninguém foi perguntado. Nada disso descreve uma casa, uma rua ou uma árvore em particular. As árvores aparecem apenas dentro das manchas que o mapa declara como mata ou arvoredo, mas nenhuma árvore em particular foi mapeada: é massa de folhagem, não inventário. E a faixa baixa de terra que se vê ao longe, do outro lado da enseada, é cenário: ela existe para a água não terminar no vazio, fica fora do perímetro e não afirma nada sobre o que há na outra margem, porque disso não temos dado. E 421 casas da cena são cenário, não mapa. O levantamento aberto de Alagados é denso, mas não é completo: dentro das áreas que o próprio OpenStreetMap marca como residenciais sobram vazios em que ele não registra edificação nenhuma. Desenhar esses vazios como chão pelado afirmaria que ali não mora ninguém, bem no meio das quadras mais adensadas — e isso seria falso. Então eles recebem 421 casas inventadas, e elas só nascem ali: nunca sobre água, praça, mata, campo, rua ou telhado mapeado, e nunca sobre um lugar que tenha nome. Dá para reconhecê-las olhando, porque são deliberadamente mais pobres de detalhe — mais baixas, de um pavimento, sem mureta, sem caixa-d'água e sem porta nem janela desenhadas. Nenhuma delas tem nome, ficha ou marcador, e nenhuma pode ser clicada: não há o que ler, porque não há nada ali que o mapa diga. Os marcadores são leitura, não paisagem. As hastes de cor plantadas sobre os pontos não existem no bairro: são desenho de interface, e por isso ficam por cima de tudo — o que se vê é exatamente o que se pode clicar, sem ponto escondido atrás de parede continuando clicável. A coordenada de cada uma sai do mapa aberto; a camada em que ela foi posta é leitura nossa, feita a partir do tipo que o mapa dá ao ponto, e cada ficha diz quando essa leitura é provisória. A haste interrompida marca o que vem da fala do bairro e ainda não foi conferido em campo, com a etiqueta escrita junto. Tudo isso está por extenso na seção os pontos marcados na cena, que existe com ou sem JavaScript. Dados de © colaboradores do OpenStreetMap, sob licença ODbL 1.0, extraídos em 10 de agosto de 2026.

O chão e a casa

Por que este perímetro — a história em três razões

O Espaço Cultural Alagados foi inaugurado em 1989 e nasceu da luta de artistas e ativistas culturais da própria localidade por um lugar de apresentação, ensaio e mobilização. É um equipamento público do Estado da Bahia, vinculado à Secretaria de Cultura e administrado por sua Diretoria de Espaços Culturais; tem uma sala multiuso, sem palco, com 150 lugares e acessibilidade. Divide o mesmo terreno com a Comissão de Articulação e Mobilização dos Moradores da Península de Itapagipe e com o Centro de Arte e Meio Ambiente, e sua coordenação é indicada pelas organizações do território.

Escolhemos este entorno para o primeiro perímetro por três razões concretas. A primeira: existe ali um equipamento cultural público em atividade, com sala, com porta e com quem cuide dela — entre 7 e 15 de agosto de 2026 o galpão está entre os espaços ocupados pela 6ª edição do ÌYÁ'S, Festival de Arte de Mulheres Negras, e de 17 de agosto a 19 de dezembro de 2026 recebe um dos três núcleos da Oficina de Performance Negra do Bando de Teatro Olodum. São programações de terceiros, noticiadas pela imprensa cultural, sem nenhuma relação com este projeto. A segunda: já se escreve e se publica ali — em junho de 2023, cinco moradoras do Uruguai lançaram no próprio espaço o livro Estrelas do Mar, do projeto Narrativas Subterrâneas. A terceira é o chão: o bairro se formou sobre a maré. As ocupações coletivas começam em 1946 e 1949, as palafitas avançaram sobre a Enseada dos Tainheiros — que cerca este perímetro por três lados, ao norte, a leste-nordeste e a sudeste — e a mudança para terra firme, iniciada em 1980, só terminou nos anos 2000. É um lugar que foi literalmente construído por quem mora nele. O módulo que estamos fazendo é sobre construir coletivamente um lugar.

Sem parceria formalizada. O Espaço Cultural Alagados é uma instituição real, e a Cordel 2.0 já trabalhou dentro dele: de março a junho de 2025 realizou ali a Primeira Edição Alagados, que terminou em antologia publicada. Essa história é verdadeira e está documentada — e não é convênio. Entre esta plataforma de território e o equipamento não há parceria formalizada, contrato, carta de anuência, patrocínio nem endosso. O que existe é a nossa intenção declarada de propor a oficina de construção ali, e o levantamento público que você vê nesta página. Nada aqui foi autorizado, revisado ou pedido por essa instituição. O mesmo vale para todas as demais organizações, festivais, projetos e obras citados nesta página: aparecem como fatos públicos do lugar, com fonte, e nenhum deles é parceiro, patrocinador ou apoiador deste trabalho.

De onde vêm os fatos desta página
  • Página institucional do Espaço Cultural Alagados (inauguração em 1989, endereço, sala multiuso de 150 lugares com acessibilidade, vínculo com o movimento social) — fonte
  • NUSSBAUMER, Gisele; LEAL, Nathalia. Espaço Cultural Alagados: uma experiência de gestão pública e comunitária. Políticas Culturais em Revista, UFBA, v. 15, n. 2, 2022 (terreno dividido com a CAMMPI e o CAMA; coordenação indicada pelas organizações do território) — fonte
  • BRITO, Cristiano; RODRIGUES, Juciara. Dos Alagados à terra firme. Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais, 2022 (ocupação sobre a maré a partir de 1946 e 1949; remoções de 1980 aos anos 2000) — fonte
  • Fundação Gregório de Mattos, 16/06/2023 — cinco moradoras do Uruguai lançam o livro "Estrelas do Mar" no Espaço Cultural Alagados — fonte
  • Agenda Arte e Cultura — 6ª edição do ÌYÁ’S, Festival de Arte de Mulheres Negras, de 7 a 15 de agosto de 2026, ocupando o Espaço Cultural Alagados entre outros espaços — fonte
  • Guia do Ator — Oficina de Performance Negra do Bando de Teatro Olodum, de 17 de agosto a 19 de dezembro de 2026, em três núcleos, um deles no Espaço Cultural Alagados — fonte
  • SecultBA / Diretoria de Espaços Culturais — o Espaço Cultural Alagados entre os espaços administrados pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (página do órgão, hoje com conteúdo desativado por exigência eleitoral) — fonte
  • Plano Local de Cultura de Itapagipe e Catálogo Cultural de Itapagipe (2022), publicados pelo CAMA a partir de mapeamento da Rede CAMMPI com a UCSal e a CESE — fonte
  • Base geográfica: OpenStreetMap, consulta Overpass de 10/08/2026, dados sob licença ODbL 1.0 — fonte

Consulta feita em 10 de agosto de 2026. O site da Secretaria de Cultura do Estado está com o conteúdo desativado até o fim das eleições de 2026, por exigência da legislação eleitoral, e o blog do espaço não é atualizado desde março de 2020 — por isso a programação recente foi conferida pela imprensa cultural, e não pelo canal oficial.

Equivalente em texto · pontos de imersão

Os pontos marcados na cena, camada por camada

São 42 pontos assinalados dentro do território, em 6 camadas que se acendem e se apagam na cena — mais o ponto-âncora, que fica sempre aceso. Cada um traz o nome, a que distância e em que rumo fica da âncora e, sobretudo, de onde veio a informação: do mapa aberto, com identificador que qualquer pessoa confere, ou do saber da comunidade, ainda a confirmar em campo. Essa distinção não é detalhe técnico — é o produto, e por isso ela aparece em toda ficha e em todo item desta lista.

As camadas não têm todas o mesmo peso, e isso é uma escolha. Este é um mapa de produção literária e de economia criativa, então são essas duas que ficam em primeiro plano: marcador maior, forma mais cheia, e a figura humana onde há obra com autoria. Escola e rede de apoio ficam no plano intermediário. Casas de culto ficam em marcação discreta — existem no território e estão aqui por isso, mas este mapa não é o lugar de disputar fé. A ordem em que as camadas aparecem abaixo é essa mesma ordem, e o plano de cada uma vem escrito ao lado do nome dela, na cena e aqui.

As contagens abaixo são de acervo: quantos pontos existem. Não há contagem de acesso nem destaque por popularidade em lugar nenhum deste site — o peso de uma camada é decisão declarada de quem monta o mapa, nunca medida de audiência, que aqui não é medida. Dentro de cada camada a ordem é a distância até a âncora, e mais nada.

Âncora do território Âncora, acima do primeiro plano · 1 ponto, sempre aceso

O equipamento cultural que ancora o território, e a origem do plano da cena. O marcador dele é o maior do mapa e traz as MÁSCARAS DO TEATRO — antes trazia uma cruz, escolhida quando a forma só precisava ser diferente das outras quatro, e que dizia a coisa errada: cruz é signo de culto, e este ponto é a casa onde a comunidade escreve. Nenhuma parceria foi formalizada com esta instituição; o que a marca aqui é a coordenada, não um acordo.

  • Espaço Cultural Alagados Dado do mapa aberto

    Equipamento cultural público — o mapa classifica como amenity=arts_centre.

    No centro do plano: é a própria âncora, o ponto x = 0, z = 0.

    OpenStreetMap, nó 13261552236. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

    É a origem do plano da cena: o ponto de coordenada x = 0, z = 0, de onde saem todas as distâncias desta página. Nenhuma parceria foi formalizada com esta instituição.

Produção artística e literária Primeiro plano · 1 ponto

Onde há obra ancorada. Hoje há uma, e uma só: o cordel citado de uma antologia publicada em 2025, preso ao largo em frente ao equipamento cultural. Não há outras porque não existem outras — nenhuma cessão de direitos foi assinada neste território, e inventar uma segunda obra para a camada parecer cheia seria exatamente o que esta página existe para não fazer. O marcador desta camada carrega uma FIGURA HUMANA pequena dentro do folheto: ela é o sinal de que ali não há só um lugar, há gente que escreveu, com nome. Ela vem por ponto e não por camada — no dia em que uma obra for ancorada num comércio, aquele marcador ganha a mesma figura. E é figura de ninguém: cabeça, braços abertos e duas pernas, sem rosto, porque retrato de pessoa real não se inventa.

Ler o cordel no ponto de imersão →

  • Praça do Uruguai Dado do mapa aberto

    Largo, praça ou parque — o mapa classifica como leisure=park.

    A 30 m da âncora, no rumo oeste.

    OpenStreetMap, via 556406500. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

    A obra ancorada aqui é o cordel de Dilma Santana, “PRAÇA DA ALEGRIA NO URUGUAI”, citado de antologia publicada em 2025 — e é a única obra ancorada em todo o território. O mapa registra o largo com o nome acima; o bairro chama de Praça da Alegria. As duas coisas são verdadeiras ao mesmo tempo.

Economia criativa Primeiro plano · 17 pontos

Os pontos de comércio e serviço que o mapa aberto NOMEIA, mais um que ele desenhou e deixou sem nome — a loja que o bairro chama pelo apelido do dono. Esse ponto tem haste INTERROMPIDA na cena e etiqueta escrita na ficha, a mesma gramática dos cartões da camada de economia criativa mais abaixo: traço cheio para o que está no mapa, traço interrompido para o que vem da fala do bairro e ainda não foi conferido em campo. Traço sozinho não informa ninguém, por isso a etiqueta escrita vai sempre junto.

Ver a camada de economia criativa ↓

  • Point da Neilza Dado do mapa aberto

    Comida rápida, de balcão — o mapa classifica como amenity=fast_food.

    A 33 m da âncora, no rumo norte-noroeste.

    OpenStreetMap, nó 7830236452. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

  • Mercearia Elshaday Dado do mapa aberto

    Mercearia de vizinhança — o mapa classifica como shop=convenience.

    A 57 m da âncora, no rumo nordeste.

    OpenStreetMap, nó 7811451906. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

  • A loja do Budião Saber da comunidade · conferido em campo

    Mercearia de vizinhança — o mapa classifica como shop=convenience.

    A 64 m da âncora, no rumo oeste-sudoeste.

    O ponto existe no OpenStreetMap (nó 7830305654) e está sem nome nenhum. O nome vem da fala do bairro e ninguém do projeto foi até lá conferir.

    Vende artigo de pesca — quem diz isso é a fala do bairro, não o mapa. “Budião” é ao mesmo tempo o apelido do dono e o nome da loja.

  • Restaurante Mãe & Filho Dado do mapa aberto

    Restaurante — o mapa classifica como amenity=restaurant.

    A 84 m da âncora, no rumo oeste-sudoeste.

    OpenStreetMap, nó 7830305648. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

  • Banco Comunitário Santa Luzia Dado do mapa aberto

    Banco — o mapa classifica como amenity=bank.

    A 115 m da âncora, no rumo sudoeste.

    OpenStreetMap, nó 13261552234. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

  • Mercearia da Lene Dado do mapa aberto

    Mercearia de vizinhança — o mapa classifica como shop=convenience.

    A 224 m da âncora, no rumo norte-nordeste.

    OpenStreetMap, nó 7810796124. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

  • Casa da Rafa Dado do mapa aberto

    Bebidas — o mapa classifica como shop=beverages.

    A 236 m da âncora, no rumo norte-noroeste.

    OpenStreetMap, nó 7810796136. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

  • Mercadinho Dado do mapa aberto

    Mercearia de vizinhança — o mapa classifica como shop=convenience.

    A 246 m da âncora, no rumo sudoeste.

    OpenStreetMap, nó 7574275938. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

  • Bar Ilha das Águas Dado do mapa aberto

    Bar — o mapa classifica como amenity=pub.

    A 284 m da âncora, no rumo norte.

    OpenStreetMap, nó 7810796114. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

  • Barpósito Pedro Bahia Dado do mapa aberto

    Bar — o mapa classifica como amenity=pub.

    A 307 m da âncora, no rumo norte-noroeste.

    OpenStreetMap, nó 7810796113. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

  • Encontro dos Amigos Dado do mapa aberto

    Bar — o mapa classifica como amenity=pub.

    A 413 m da âncora, no rumo norte-noroeste.

    OpenStreetMap, nó 7810796104. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

  • Mercadinho Jucicar Dado do mapa aberto

    Mercearia de vizinhança — o mapa classifica como shop=convenience.

    A 458 m da âncora, no rumo noroeste.

    OpenStreetMap, nó 7574275933. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

  • Mercadinho Serra Dado do mapa aberto

    Mercearia de vizinhança — o mapa classifica como shop=convenience.

    A 460 m da âncora, no rumo noroeste.

    OpenStreetMap, nó 7574275934. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

  • Assistência técnica Bandeirantes Dado do mapa aberto

    Bicicletaria — o mapa classifica como shop=bicycle.

    A 470 m da âncora, no rumo leste-sudeste.

    OpenStreetMap, nó 3893349029. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

  • Casa do Bolo 5 Irmãos Dado do mapa aberto

    Quitanda e comida pronta — o mapa classifica como shop=deli.

    A 476 m da âncora, no rumo sul.

    OpenStreetMap, nó 13992974000. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

  • Minimercado Massaranduba Dado do mapa aberto

    Mercearia de vizinhança — o mapa classifica como shop=convenience.

    A 484 m da âncora, no rumo oeste-noroeste.

    OpenStreetMap, nó 7574275932. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

  • Carlos Auto Elétrica Dado do mapa aberto

    Oficina de automóvel — o mapa classifica como shop=car_repair.

    A 493 m da âncora, no rumo sul.

    OpenStreetMap, nó 13992948660. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

Escolas Plano intermediário · 3 pontos

Os pontos de categoria educação do levantamento — o que o mapa registra como escola dentro do perímetro. Os nomes ficam como estão no mapa, com as grafias de quem os cadastrou: corrigir na fonte é trabalho de oficina, e a correção serve a todo mundo, não só a esta página.

  • Colégio Estadual Polivalente San Diego Dado do mapa aberto

    Escola — o mapa classifica como amenity=school.

    A 63 m da âncora, no rumo sul.

    OpenStreetMap, nó 13261552239. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

  • escola municipal Dado do mapa aberto

    Escola — o mapa classifica como amenity=school.

    A 113 m da âncora, no rumo sudoeste.

    OpenStreetMap, nó 7887621047. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

  • Escola Luiza Mahim Dado do mapa aberto

    Escola — o mapa classifica como amenity=school.

    A 234 m da âncora, no rumo oeste-sudoeste.

    OpenStreetMap, nó 13261552238. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

Praças e espaços abertos Plano intermediário · 7 pontos

As praças, os largos, os campos e as quadras que o mapa aberto nomeia — o espaço aberto de uso comum, que é onde o bairro se encontra e onde a oficina vai acontecer. A leitura aqui é DIRETA: a etiqueta do mapa já diz que ali há praça ou campo, e é só isso que esta página afirma. Ela nada diz sobre estado de conservação, sobre quem cuida nem sobre quem usa — isso é pergunta de oficina. O largo em frente ao Espaço Cultural não aparece nesta camada porque já é marcador na camada de produção literária: é o mesmo lugar, e um lugar tem um ponto só. O marcador é uma MEIA-LUA de lado reto para baixo, a única forma aberta do conjunto: o espaço que não tem porta.

  • Praça Padre Clóvis Dado do mapa aberto

    Largo, praça ou parque — o mapa classifica como leisure=park.

    A 65 m da âncora, no rumo norte.

    OpenStreetMap, via 675024454. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

  • Praça João Paulo II Dado do mapa aberto

    Largo, praça ou parque — o mapa classifica como leisure=park.

    A 183 m da âncora, no rumo leste-sudeste.

    OpenStreetMap, via 675024450. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

  • Praça Santa Luzia Dado do mapa aberto

    Largo, praça ou parque — o mapa classifica como leisure=park.

    A 223 m da âncora, no rumo oeste-sudoeste.

    OpenStreetMap, nó 13261557971. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

  • Quadra Poliesportiva Dado do mapa aberto

    Tipo sem leitura conhecida — o mapa classifica como pitch.

    A 224 m da âncora, no rumo oeste-sudoeste.

    OpenStreetMap, via 829953564. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

  • Campo Brinco do Uruguai Rei Pelé Dado do mapa aberto

    Tipo sem leitura conhecida — o mapa classifica como pitch.

    A 285 m da âncora, no rumo oeste-sudoeste.

    OpenStreetMap, via 1241797119. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

  • Campo do Bate Estaca Dado do mapa aberto

    Tipo sem leitura conhecida — o mapa classifica como pitch.

    A 291 m da âncora, no rumo oeste-sudoeste.

    OpenStreetMap, via 556406503. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

  • Praça da Redenção Dado do mapa aberto

    Largo, praça ou parque — o mapa classifica como leisure=park.

    A 492 m da âncora, no rumo oeste-noroeste.

    OpenStreetMap, via 556406510. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

Redes comunitárias de apoio Plano intermediário · 7 pontos

Esta camada é DEDUZIDA do tipo que o OpenStreetMap dá a cada ponto: centro comunitário e associação, equipamento de assistência social, unidade de saúde e o posto que o mapa classifica como policial e cujo nome cadastrado diz base comunitária. Praças e campos ficam de fora: são espaço aberto, não equipamento. As casas de culto saíram desta camada e ganharam a sua, logo abaixo. E aqui vai o mais importante: o mapa NÃO afirma que nenhum destes pontos seja rede de apoio. Ele afirma que ali há um posto, uma sala, uma associação. Que aquilo funcione como rede de apoio é leitura nossa a partir do tipo — e onde o tipo não permite afirmar, a ficha do ponto diz, escrito, que a classificação é provisória. Quem sabe é quem mora, e é isso que a oficina vai perguntar.

  • Associação de Capoeira Filhos do Nascente Dado do mapa aberto

    Centro comunitário ou associação — o mapa classifica como amenity=community_centre.

    A 30 m da âncora, no rumo leste-nordeste.

    OpenStreetMap, nó 7830236451. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

  • Base Comunitária do Uruguai Dado do mapa aberto

    Posto classificado como policial — o mapa classifica como amenity=police.

    A 59 m da âncora, no rumo sudoeste.

    OpenStreetMap, via 556406499. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa. Estar nesta camada é leitura nossa a partir do tipo do mapa: o mapa não afirma que este ponto seja rede de apoio. Classificação provisória, a confirmar com quem mora.

  • Missionárias da Caridade Dado do mapa aberto

    Equipamento de assistência social — o mapa classifica como amenity=social_facility.

    A 126 m da âncora, no rumo sul-sudeste.

    OpenStreetMap, nó 7560740293. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

  • Paróquia Nossa Senhora dos Alagados e São João Paulo II Dado do mapa aberto

    Centro comunitário ou associação — o mapa classifica como amenity=community_centre.

    A 128 m da âncora, no rumo leste-sudeste.

    OpenStreetMap, nó 13261552240. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

  • Associação de Moradores do Conjunto Santa Luzia - AMCSL Dado do mapa aberto

    Centro comunitário ou associação — o mapa classifica como amenity=community_centre.

    A 236 m da âncora, no rumo oeste-sudoeste.

    OpenStreetMap, nó 13261552237. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

  • Cozinha Solidária Nutrividas Dado do mapa aberto

    Equipamento de assistência social — o mapa classifica como amenity=social_facility.

    A 463 m da âncora, no rumo sul.

    OpenStreetMap, nó 14031039570. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

  • Unidade de Saúde da Família Joanes Centro Oeste Dado do mapa aberto

    Unidade de saúde — o mapa classifica como amenity=clinic.

    A 485 m da âncora, no rumo nordeste.

    OpenStreetMap, nó 7818245266. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa. Estar nesta camada é leitura nossa a partir do tipo do mapa: o mapa não afirma que este ponto seja rede de apoio. Classificação provisória, a confirmar com quem mora.

Casas de culto Marcação discreta · 6 pontos

Templos e casas de culto que o mapa aberto nomeia. Esta camada está aqui porque eles existem no território e omiti-los seria falsear o bairro — e está em MARCAÇÃO DISCRETA porque este mapa é de produção literária e de economia criativa, e não é o lugar de disputar fé com ninguém. Na cena, o marcador é um ponto pequeno, liso e mais baixo que os demais: encontra-se quando se procura, não se impõe quando não se procura. O desenho de mãos em prece ao lado vale só aqui, no texto, onde há tamanho para ele; a doze pixels de cabeça, na cena, mão em prece vira borrão e chama de espírito puxa o olho justamente ao contrário do que se quis. Antes, estes pontos estavam dentro das redes comunitárias de apoio, no mesmo tamanho de todo o resto — o que dizia duas coisas que ninguém tinha apurado: que templo é rede de apoio, e que culto pesa tanto quanto obra.

  • Igreja Batista Missionária Boas Novas Dado do mapa aberto

    Templo religioso — o mapa classifica como amenity=place_of_worship.

    A 57 m da âncora, no rumo oeste.

    OpenStreetMap, nó 7830305659. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

  • Igreja Pentecostal Resplendor da Glória de Deus Dado do mapa aberto

    Templo religioso — o mapa classifica como amenity=place_of_worship.

    A 113 m da âncora, no rumo leste.

    OpenStreetMap, nó 7811451913. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

  • Igreja Pentecostal Deus é Amor Dado do mapa aberto

    Templo religioso — o mapa classifica como amenity=place_of_worship.

    A 199 m da âncora, no rumo oeste.

    OpenStreetMap, nó 7604000203. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

  • Igreja Batista Petencostal da Restauração Dado do mapa aberto

    Templo religioso — o mapa classifica como amenity=place_of_worship.

    A 224 m da âncora, no rumo nordeste.

    OpenStreetMap, nó 7810796134. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

  • Assembléia de Deus de Salvador Dado do mapa aberto

    Templo religioso — o mapa classifica como amenity=place_of_worship.

    A 430 m da âncora, no rumo sul.

    OpenStreetMap, nó 13995102759. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

  • Paróquia Nossa Senhora da Piedade em Massaranduba Dado do mapa aberto

    Templo religioso — o mapa classifica como amenity=place_of_worship.

    A 459 m da âncora, no rumo oeste-noroeste.

    OpenStreetMap, via 398206569. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.

Coordenadas, nomes e classificações dos pontos do mapa aberto: © colaboradores do OpenStreetMap, sob licença ODbL 1.0, extraídos em 10 de agosto de 2026 — exceto o que está marcado como saber da comunidade, que vem da fala do bairro, com a procedência declarada ponto a ponto. Distâncias em linha reta sobre o plano da cena, medidas do centro de cada ponto até a âncora e arredondadas ao metro. Rumos em azimute a partir do norte. Um lugar não é um ponto e uma porta não fica no centro do lote: estes números dizem onde as coisas estão umas em relação às outras, não quantos passos se dá entre elas.

Equivalente em texto

O território descrito por escrito

Esta seção não é um resumo da cena 3D: é a mesma informação, em outra forma. Ela está sempre aqui, com ou sem JavaScript, com ou sem WebGL, com ou sem leitor de tela — e não depende de você ter conseguido abrir a cena.

O desenho do perímetro

O centro é o Espaço Cultural Alagados, na Praça do Uruguai, no Final de Linha. Dali, um círculo de 500 metros cobre um trecho denso do bairro Uruguai e alcança a beira d'água por três lados, porque o Uruguai é península: a costa a 218 e a 266 metros ao norte, o mangue e a Ilha do Rato a 256 metros a leste-nordeste, e mais costa a 338 metros a sudeste. A noroeste, o perímetro entra em Massaranduba.

O tecido é de quadra fechada e lote pequeno: a mediana das edificações mapeadas tem 57 m² de projeção no chão, e três quartos delas ficam abaixo de 87 m². São 200 trechos de via dentro do perímetro, sendo a maioria rua residencial estreita, calçada e escadaria — 54 caminhos de pedestre e 7 lances de escada, o que descreve um lugar de topografia irregular e circulação a pé.

Dentro do círculo há ainda 13 áreas de uso do solo declaradas no mapa: manchas de mata, campo e gramado, além de áreas residenciais. E há campo de futebol, quadra, praça e unidade de saúde, listados ao lado pelo nome com que foram mapeados.

Os números desta descrição saem do mesmo arquivo que alimenta a cena. Distâncias em linha reta a partir da âncora, arredondadas ao metro.

Lugares nomeados dentro do perímetro

42 lugares com nome próprio, como estão escritos no OpenStreetMap — inclusive as grafias e as abreviações de quem os mapeou. Nós não corrigimos nem completamos nada: o que estiver errado aqui está errado no mapa, e é justamente uma das coisas que uma oficina no bairro pode consertar, para todo mundo, na fonte. Residências e hospedagem ficam fora desta lista por decisão de privacidade. Se você responde por algum lugar listado aqui e não quer que ele apareça nesta página, escreva: a gente tira, sem precisar de justificativa.

Cultura e associação

Educação

  • Colégio Estadual Polivalente San Diego · a 63 m da âncora
  • Escola Luiza Mahim · a 234 m da âncora
  • escola municipal · a 113 m da âncora

Espaço público

  • Alagados · a 196 m da âncora
  • Base Comunitária do Uruguai · a 59 m da âncora
  • Campo Brinco do Uruguai Rei Pelé · a 285 m da âncora
  • Campo do Bate Estaca · a 291 m da âncora
  • Cozinha Solidária Nutrividas · a 463 m da âncora
  • Missionárias da Caridade · a 126 m da âncora
  • Praça da Redenção · a 492 m da âncora
  • Praça do Uruguai · a 30 m da âncora
  • Praça João Paulo II · a 183 m da âncora
  • Praça Padre Clóvis · a 65 m da âncora
  • Praça Santa Luzia · a 223 m da âncora
  • Quadra Poliesportiva · a 224 m da âncora
  • Santa Luzia do Lobato · a 471 m da âncora
  • Unidade de Saúde da Família Joanes Centro Oeste · a 485 m da âncora

Culto

  • Assembléia de Deus de Salvador · a 430 m da âncora
  • Igreja Batista Missionária Boas Novas · a 57 m da âncora
  • Igreja Batista Petencostal da Restauração · a 224 m da âncora
  • Igreja Pentecostal Deus é Amor · a 199 m da âncora
  • Igreja Pentecostal Resplendor da Glória de Deus · a 113 m da âncora
  • Paróquia Nossa Senhora da Piedade em Massaranduba · a 459 m da âncora

Comércio e serviço de rua

  • Assistência técnica Bandeirantes · a 470 m da âncora
  • Banco Comunitário Santa Luzia · a 115 m da âncora
  • Bar Ilha das Águas · a 284 m da âncora
  • Barpósito Pedro Bahia · a 307 m da âncora
  • Carlos Auto Elétrica · a 493 m da âncora
  • Casa da Rafa · a 236 m da âncora
  • Casa do Bolo 5 Irmãos · a 476 m da âncora
  • Encontro dos Amigos · a 413 m da âncora
  • Mercadinho · a 246 m da âncora
  • Mercadinho Jucicar · a 458 m da âncora
  • Mercadinho Serra · a 460 m da âncora
  • Mercearia da Lene · a 224 m da âncora
  • Mercearia Elshaday · a 57 m da âncora
  • Minimercado Massaranduba · a 484 m da âncora
  • Point da Neilza · a 33 m da âncora
  • Restaurante Mãe & Filho · a 84 m da âncora

Camada · economia criativa

Quem trabalha em volta da praça

Um território não é só o desenho das quadras: é também quem abre a porta de manhã. Esta camada lista o comércio e o serviço que ficam a poucos passos da praça — cada um com o que faz, a que distância e em que rumo fica, e, sobretudo, de onde veio a informação. Porque há dois tipos de dado aqui, e eles não valem a mesma coisa.

O eixo de 64 metros

Três pontos, quase numa linha só, com o largo no meio: o Espaço Cultural de um lado, a loja de artigo de pesca do outro. Os dois trechos somam 64,35 m e a linha direta entre as pontas mede 64,19 m — uma diferença de 16 cm em 64 metros, menos do que a precisão com que estes pontos estão registrados. Não dá para dizer que os três estão exatamente alinhados; dá para dizer que, de pé no largo, é assim que se vê: a cultura de um lado, a pesca do outro, e a praça entre as duas. O que se sabe da loja não vem do mapa — vem do bairro, e está detalhado logo abaixo.

  1. A cultura

    Espaço Cultural Alagados

    Sala multiuso, oficina, ensaio, apresentação. É a âncora do território: o ponto x = 0, z = 0 do plano.

  2. 29,9 m a oeste do Espaço Cultural Alagados

    O largo no meio

    A praça

    Praça do Uruguai no mapa aberto, Praça da Alegria na fala do bairro. É daqui que esta camada mede tudo.

  3. 34,4 m a oeste-sudoeste da praça

    A pesca

    A loja do Budião

    Artigo de pesca, na esquina do outro lado do largo. O mapa desenhou a porta; quem escreveu o nome foi o bairro.

Distâncias em linha reta sobre o plano da cena, medidas do centro de cada ponto. Um largo não é um ponto e uma porta não fica no centro do lote: estes números dizem onde as coisas estão em relação umas às outras, não quantos passos se dá entre elas.

Duas procedências, nunca misturadas

  • Mapa aberto

    Está no OpenStreetMap, com identificador que qualquer pessoa pode conferir e corrigir. Cartão de traço cheio. O nome e a classificação são de quem mapeou — podem estar errados, e às vezes estão.

  • Saber da comunidade

    O nome vem da fala do bairro e ainda não foi confirmado em campo por nós. Cartão de traço interrompido, com esta etiqueta escrita por extenso. Fica publicado assim, incompleto e sinalizado — guardar o que a comunidade sabe até haver carimbo seria repetir exatamente o apagamento que esta camada existe para desfazer.

O ponto que o mapa desenhou e não nomeou

Saber da comunidade · não confirmado em campo

A loja do Budião

O que faz
Vende artigo de pesca — quem diz isso é a fala do bairro. O mapa não descreve o que a casa vende: ele só a classifica como shop=convenience, ou seja, mercearia de vizinhança. As duas coisas não são a mesma, e nós não temos como decidir qual está certa daqui: é conversa a ter em campo.
Onde fica
A 34 m da praça, no rumo oeste-sudoeste — azimute 255°.
Procedência
O ponto existe no OpenStreetMap (nó 7830305654), classificado como mercearia de vizinhança ( shop=convenience), e está sem nome nenhum. O nome vem da comunidade. Ninguém do projeto foi até lá conferir.

Budião é ao mesmo tempo o apelido do dono e o nome da loja — por isso "a loja do Budião", que honra os dois. De onde vem o apelido, não sabemos, e não é da nossa conta inventar. O mapa desenhou a porta e deixou a placa em branco; escrever essa placa, conferindo com quem trabalha ali, é trabalho de oficina — e é também o que devolve o nome ao mapa aberto, onde ele passa a servir ao entregador, à ambulância e a qualquer projeto que baixe aquele mesmo dado depois.

O que o mapa nomeia em volta da praça

7 pontos de comércio e serviço com nome próprio no OpenStreetMap, num raio de 250 m da praça. O mais importante deles para este projeto é o Banco Comunitário Santa Luzia: se for o que o nome anuncia, não é comércio genérico — é economia solidária, e é o melhor exemplo do que esta camada quer tornar visível.

  • Mapa aberto

    Point da Neilza

    O que faz
    Comida rápida, de balcão — classificação do mapa: amenity=fast_food
    Onde fica
    A 36 m da praça, rumo norte-nordeste — azimute 24°.
    Procedência
    OpenStreetMap, nó 7830236452. Nome como está no mapa, sem correção nossa.
  • Mapa aberto

    Restaurante Mãe & Filho

    O que faz
    Restaurante — classificação do mapa: amenity=restaurant
    Onde fica
    A 54 m da praça, rumo oeste-sudoeste — azimute 251°.
    Procedência
    OpenStreetMap, nó 7830305648. Nome como está no mapa, sem correção nossa.
  • Mapa aberto

    Mercearia Elshaday

    O que faz
    Mercearia de vizinhança — classificação do mapa: shop=convenience
    Onde fica
    A 85 m da praça, rumo leste-nordeste — azimute 64°.
    Procedência
    OpenStreetMap, nó 7811451906. Nome como está no mapa, sem correção nossa.
  • Mapa aberto

    Banco Comunitário Santa Luzia

    O que faz
    Banco — classificação do mapa: amenity=bank
    Onde fica
    A 95 m da praça, rumo sul-sudoeste — azimute 209°.
    Procedência
    OpenStreetMap, nó 13261552234. Nome como está no mapa, sem correção nossa.

    Banco comunitário, no Brasil, é o nome de um arranjo de finanças solidárias: uma associação de moradores que administra crédito no próprio bairro, às vezes com moeda social de circulação local. Se é assim que este funciona, nós não sabemos — não falamos com ninguém de lá, e o mapa só registra o nome e a etiqueta amenity=bank. O que se pode afirmar é o que está no dado: existe, tem esse nome e fica a 95 m da praça. O resto é conversa a ter em campo.

  • Mapa aberto

    Mercadinho

    O que faz
    Mercearia de vizinhança — classificação do mapa: shop=convenience
    Onde fica
    A 226 m da praça, rumo sul-sudoeste — azimute 212°.
    Procedência
    OpenStreetMap, nó 7574275938. Nome como está no mapa, sem correção nossa.
  • Mapa aberto

    Casa da Rafa

    O que faz
    Bebidas — classificação do mapa: shop=beverages
    Onde fica
    A 228 m da praça, rumo norte-noroeste — azimute 341°.
    Procedência
    OpenStreetMap, nó 7810796136. Nome como está no mapa, sem correção nossa.
  • Mapa aberto

    Mercearia da Lene

    O que faz
    Mercearia de vizinhança — classificação do mapa: shop=convenience
    Onde fica
    A 243 m da praça, rumo nordeste — azimute 34°.
    Procedência
    OpenStreetMap, nó 7810796124. Nome como está no mapa, sem correção nossa.

No mesmo raio há ainda 7 pontos de comércio que o mapa desenhou e deixou sem nome — a loja do Budião é um deles, e os outros 6 continuam anônimos aqui, porque anônimos é como eles estão. Mais longe, ainda dentro do perímetro de 500 m do território, há outros 9 com nome próprio. O corte em 250 m é escolha nossa, não fronteira de nada: é o alcance de quem está parado no largo e ainda chama aquilo de aqui.

Como o trabalho do artista apareceria aqui

Nenhum artista, mestre ou comerciante tem vínculo com esta plataforma hoje — nem perfil, nem página, nem link. Quando houver, a peça terá a forma do cartão abaixo. Ele é inventado, existe só para mostrar o formato, e está dito na cara dele.

Exemplo de demonstração · nada neste cartão é real

Ateliê Fulana de Tal

Matriz de xilogravura e impressão de folheto

Fulana de Tal não existe. Este ateliê não fica em lugar nenhum do mapa, não é nenhum dos comércios listados acima e não tem relação com o projeto. O cartão está aqui só para mostrar a forma.

Os três botões abaixo são desenho: não são links, não têm destino e não levam a lugar nenhum.

Perfil da artistaCatálogo do ateliêFalar com o ateliê

O link sai para fora. Nenhum número entra.

Por que nenhum número entra

Um cartão desses guarda um caminho: o endereço que a própria pessoa escolher, para quem quiser ver o trabalho ou contratar. O que a rede social devolve do outro lado — seguidor, curtida, visualização, comentário — não entra aqui. Nem para exibir, nem para ordenar a lista, nem para decidir quem aparece primeiro.

A razão é prática antes de ser moral. Quem chega precisa conseguir contratar o artista, e para isso basta o caminho até ele: o número de seguidores não ajuda ninguém a encomendar uma matriz de xilogravura. Se o número entrasse, esta camada viraria vitrine de popularidade — quem tem menos audiência apareceria menos, e o critério de quem se vê deixaria de ser o território para virar o alcance de cada um.

Por isso a ordem desta lista é a distância até a praça, e mais nada. Não há ranking, não há destaque pago, não há "mais visto". O único destaque desta seção é editorial e está declarado: o banco comunitário, porque explica a camada.

Vale para o vínculo inteiro: nenhuma dessas peças chama recurso de fora. O endereço fica escrito, e sair dele é decisão de quem lê — a página não carrega nada de outro site, nem sabe que você clicou.

Dados de posição, nome e classificação: © colaboradores do OpenStreetMap, sob licença ODbL 1.0, extraídos em 10 de agosto de 2026. Distâncias e azimutes calculados no build a partir do mesmo arquivo que sustenta a cena 3D, medidos do centro da praça. O nome "loja do Budião" não vem do mapa: vem da comunidade, e está marcado como tal em toda parte desta página.

Ficha técnica

O perímetro, em dados verificáveis

Tudo o que está nesta ficha pode ser conferido por qualquer pessoa, contra a mesma fonte pública que usamos.

Âncora do território Espaço Cultural Alagados
Nó 13261552236 no OpenStreetMap (amenity=arts_centre), em -12.929106, -38.491888. É a origem do plano: o ponto de coordenada x = 0, z = 0 da cena.
Raio do perímetro 500 metros
O recorte técnico dos dados foi feito a 520 m e a geometria que cruza essa borda é cortada ali — por isso nada na cena passa de 520 m do centro. O círculo é ponto de partida, não fronteira combinada com ninguém.
Edificações 2.922 mapeadas
Dessas, 2.911 viraram volume na cena; onze ficaram abaixo do piso de 8 m² e saíram. Apenas 6 têm número de pavimentos no OpenStreetMap e nenhuma tem altura medida.
Vias 198 mapeadas
Ruas, becos, calçadas e escadarias. Viraram 200 trechos no arquivo, porque duas foram cortadas em dois ao encontrar a borda do perímetro.
Água e chão 6 feições de água
Três trechos de linha de costa, um rio, o mangue e a Ilha do Rato — mais 13 áreas de uso do solo (residencial, mata, campo, gramado). O Uruguai é península: medida da âncora, a maré cerca o perímetro por três lados — costa a 218 m e a 266 m ao norte, mangue e Ilha do Rato a 256 m a leste-nordeste, costa a 338 m a sudeste. Só a Ilha do Rato tem nome no mapa; “Enseada dos Tainheiros” vem do uso local e da história, não do dado.
Lugares nomeados 75 extraídos
67 entraram no arquivo depois do recorte de privacidade e 42 deles têm nome próprio — são os que estão listados nesta página. Hospedagem, endereço, telefone e qualquer feição que aponte residência ficam de fora, de propósito.
Extração dos dados 10 de agosto de 2026
Consulta ao OpenStreetMap pela API Overpass, num perímetro de 500 m ao redor da âncora. É uma fotografia daquele dia: o mapa muda todo dia, e esta página não.
Fonte e licença OpenStreetMap · ODbL 1.0
© colaboradores do OpenStreetMap. Os dados são abertos e continuam abertos: cada feição da cena guarda o seu identificador de origem, o que permite tanto conferir quanto reimportar o mapa atualizado mais tarde.
Peso da cena 346 KB
Cerca de 101 KB comprimidos na transferência, com 16.885 vértices. Nada disso é baixado antes de você pedir para entrar.

Estado real, hoje

O que ainda não está aqui

Esta é a parte mais importante da página. O que você viu até agora é um chão vazio levantado a partir de dados abertos — e um chão vazio pode passar facilmente por algo pronto. Não é. Escrito sem rodeio:

  • O acervo ainda não foi aberto

    Há uma obra ancorada neste território: o cordel de Dilma Santana, citado de uma antologia publicada em 2025 e preso à praça em frente ao galpão. É uma, e é por citação. Não há acervo: nenhuma cessão de direitos foi assinada aqui, nenhum autor foi cadastrado e nenhuma matriz de xilogravura foi recolhida. A Cordel 2.0 já fez oficina neste território, em 2025; oficina de construção do território — que é o que esta plataforma faz — é que ainda não houve.

  • Nenhum marco foi colocado pela comunidade

    O ponto assinalado na cena é a praça em frente ao equipamento cultural — um logradouro público, mapeado por terceiros, que é também o endereço do próprio Espaço Cultural. É dado público do mapa. A obra ancorada nesse ponto se lê na página do ponto de imersão, e quem a prendeu ali fomos nós, a partir do endereço publicado — não um grupo reunido no lugar. Nada do que está em pé na cena foi construído por alguém do bairro: tudo é geometria derivada automaticamente do OpenStreetMap.

  • Nenhuma parceria foi formalizada

    Não há convênio, contrato, carta de anuência, patrocínio ou endosso — nem com o Espaço Cultural Alagados, nem com a Secretaria de Cultura do Estado, nem com nenhuma organização do território. Que a Cordel 2.0 tenha realizado a Primeira Edição Alagados dentro daquele galpão em 2025 é história verdadeira e documentada, e não substitui acordo nenhum: a escolha deste perímetro continua sendo decisão nossa, feita sobre dados públicos, e uma proposta até que alguém de lá diga sim.

  • As alturas não foram medidas e o perímetro não foi combinado

    Os volumes têm a altura padrão de uma casa térrea porque o mapa não traz altura — inclusive o galpão do próprio Espaço Cultural, que aparece baixo demais para uma sala de 150 pessoas. E o círculo de 500 metros é um recorte técnico: um limite de verdade se desenha andando, com quem mora ali, e pode não ser redondo.

O que muda quando a primeira oficina acontecer

No dia em que houver um grupo reunido naquela sala, três coisas mudam de natureza. A primeira: as edificações deixam de ser um bloco anônimo, porque o grupo passa a apontar quais delas são lugar de alguma coisa — a esquina do verso, a casa da mestra, o ponto onde a procissão passa. A segunda: os nomes deixam de ser o que o OpenStreetMap diz e passam a ser o que o bairro diz, com as correções voltando para o mapa aberto, onde servem a qualquer pessoa. A terceira: aparecem marcos de autoria, e a partir daí este território deixa de ser uma demonstração técnica e passa a ser um registro — com obra, com nome, com data e com o direito de sair, se quem cedeu mudar de ideia.

O ciclo, aplicado a este lugar

O que propomos que aconteça aqui

O ciclo do projeto descrito de forma genérica em como funciona tem, neste território, um endereço, uma sala e um mapa. Assim ele se aplica ao lugar concreto.

  1. 1

    A oficina no galpão

    A proposta é ocupar a sala multiuso — a mesma de 150 lugares, sem palco, que o equipamento já usa para ensaio, oficina e apresentação — com um grupo do bairro, por encontros presenciais. Sem cadastro, sem senha, sem aplicativo para instalar: o que se leva é papel, goiva, tinta e o que cada pessoa já escreveu.

  2. 2

    A leitura em voz alta

    Antes de qualquer coisa entrar no mapa, os folhetos são lidos e as gravuras são mostradas ao grupo. É dessa leitura que sai a lista de lugares: o que a obra cita, onde ela se passa, de onde fala quem a fez. A obra vem primeiro; o cenário vem atrás dela.

  3. 3

    Os lugares citados, erguidos sobre este chão

    Cada lugar da lista é procurado no perímetro que você acabou de ver e construído por cima dele — tocando no mapa, colando uma coordenada ou pedindo em português ao agente construtor, que só age a pedido, mostra antes o que vai fazer, espera a confirmação do grupo e deixa registrado cada pedido. A IA não escreve verso, não inventa autor e não constrói sozinha.

  4. 4

    Os marcos de autoria

    No lugar construído fica uma placa com o nome de quem escreveu ou gravou, a obra e um link externo escolhido por essa pessoa — por exemplo, o perfil dela num mapa cultural público; qual instância será usada, nacional, estadual ou municipal, ainda está em aberto. Marco nunca vai na casa de ninguém sem consentimento expresso: o padrão é espaço público e ponto de produção cultural.

  5. 5

    Os pontos de produção cultural do bairro

    Além dos lugares citados nas obras, o grupo marca onde se produz cultura ali dentro: uma sede de associação, um ateliê, um grupo de capoeira, uma escola. Quais pontos entram é decisão de quem mora, não nossa — e há de onde partir sem começar do zero, porque o território já se mapeou antes: o Plano Local de Cultura de Itapagipe e o Catálogo Cultural de Itapagipe são documentos públicos, feitos a partir de mapeamento das próprias organizações locais.

Nada disso tem data marcada, e não vamos inventar uma. Este é o desenho do trabalho, não um cronograma.

O convite

Se você é do Espaço Cultural ou do bairro

Esta página foi feita de fora, com dados públicos, por gente que não mora no Uruguai. Ela vai estar errada em algum ponto — um nome trocado, uma rua que não é bem assim, um lugar importante que o mapa não registra. Escrever para nós é a maneira de corrigir.

Especificamente, seria de enorme ajuda saber:

  • se o perímetro de 500 metros faz sentido para quem anda ali, e onde ele deveria ir mais longe ou parar antes;
  • que lugares o mapa não tem — e quais dos que ele tem estão com o nome errado;
  • se há alguém escrevendo cordel, gravando xilogravura ou fazendo literatura no território, hoje;
  • se a ideia de uma oficina no galpão interessa a quem cuida daquela sala.

E o contrário também vale, com a mesma seriedade: se você é do Espaço Cultural Alagados e não quer que o equipamento apareça nesta página, escreva e a gente tira. Não é preciso justificar.

Escrever para a equipe

Não há formulário nesta página, e não vai haver. O link abre o seu próprio programa de e-mail.

Se o que você tem é uma obra — um cordel, uma gravura — o caminho para pôr isso no mapa está descrito em participar: o que é pedido, por quê, e o que ainda não é possível.

Escrever para a equipe

cjaviervidalg@gmail.com

Este site é estático: não guarda a sua mensagem, não registra quem clicou, não usa cookie e não tem banco de dados por trás. A única coisa que sai daqui para a rede é o arquivo de dados do território — e só se você pedir para entrar nele.