Quinhentos metros de raio ao redor de um galpão cultural no Final de
Linha do Uruguai, na Península de Itapagipe — a Cidade Baixa de
Salvador. É este o chão do primeiro módulo de letramento digital do
Caleidoscópio: o mapa está logo abaixo, e a história do lugar vem
depois dele.
A porta do território
O mapa vivo — e a caminhada em 3D
Abaixo está o mapa vivo do território, desenhado com os dados abertos
do OpenStreetMap: dá para arrastar, aproximar e tocar em cada ponto —
a obra, o comércio, a escola, a praça, o largo — com as três famílias
de filtro e a busca funcionando aqui mesmo, em qualquer celular. O
mapa abre sozinho, conversa só com este site e não pede conta nem
posição a ninguém — e custa, com motor e chão, cerca de 60 KB
comprimidos, somados aos da página: tudo junto continua abrindo em
menos de 3 segundos a 400 kbps. Os dois números têm guardião: um teste
do build reprova se o mapa engordar além do que esta frase promete. Mais abaixo, a planta
de traço continua valendo sem JavaScript — e, atrás do clique em
entrar, o mesmo chão vira volume: dá para orbitar, aproximar e andar
por cima do bairro em 3D.
Procura em 42 pontos, pelo nome, pelo tipo que o mapa
registra, pela camada, pela distância e pela procedência. Tudo
acontece no seu aparelho: nada do que você digitar sai daqui,
e não há sugestão vinda de servidor nenhum. Acento é opcional.
O mapa interativo precisa de JavaScript, que está desligado ou não
carregou. Nada se perde: a planta desenhada e as listas em texto, logo
abaixo, contam o mesmo território.
Para a equipe, nas sessões com a comunidade: com o modo ligado, um toque
em qualquer lugar do mapa devolve a coordenada real e um trecho pronto
para colar no arquivo de pontos — sem escrever código. O passo a passo
está no guia COMO-ENRIQUECER-O-MAPA.md, no repositório.
Nada do que você toca aqui é enviado a lugar nenhum.
Planta do perímetro
O território em volume
Entrar baixa duas coisas que ainda não vieram: o arquivo do
território (346 KB, cerca de 101 KB comprimidos) e o
motor 3D (563 KB, cerca de 153 KB comprimidos). São
aproximadamente 254 KB de transferência na primeira vez, e nada
nas seguintes — depois disso, tudo é montado no seu aparelho.
Nada é baixado antes deste clique.
A caminhada em 3D precisa de JavaScript ligado. Com ele
desligado, ficam a planta acima e a descrição em texto mais
abaixo — que dizem a mesma coisa.
Ler a obra de Dilma Santana →
É a haste de folheto em ocre marcada no mapa acima, a 30
metros da âncora: a única obra ancorada neste território.
A página dela abre sem baixar a cena.
Preparando…
Nenhum byte recebido ainda.
Em rede lenta isto pode levar um bom tempo. A página continua
aqui embaixo enquanto você espera — e você pode
.
A cena não abriu
Não foi possível montar a cena tridimensional neste aparelho.
Isso não é culpa sua e não quebra nada: tudo o que a cena mostra
está escrito nesta página, logo abaixo.
Com o foco na cena: as setas giram e inclinam a câmera,
+ e − aproximam e afastam, Home
volta ao Espaço Cultural. Com Shift o passo é maior. No
toque: um dedo gira, dois dedos aproximam e deslocam.
Os pontos de imersão estão dentro da cena. Com o mouse ou
o dedo: passe por cima para ver o nome, toque ou clique para
abrir a ficha. Pelo teclado: Tab entra na lista de
marcadores, as setas andam de um ponto ao próximo,
Home e End vão ao primeiro e ao último,
Enter abre a ficha e Esc fecha. A câmera
acompanha o ponto que recebe o foco.
Por que este perímetro — a história em três razões
O Espaço Cultural Alagados foi inaugurado em 1989 e nasceu da luta de
artistas e ativistas culturais da própria localidade por um lugar de
apresentação, ensaio e mobilização. É um equipamento público do Estado
da Bahia, vinculado à Secretaria de Cultura e administrado por sua
Diretoria de Espaços Culturais; tem uma sala multiuso, sem palco, com
150 lugares e acessibilidade. Divide o mesmo terreno com a Comissão de
Articulação e Mobilização dos Moradores da Península de Itapagipe e
com o Centro de Arte e Meio Ambiente, e sua coordenação é indicada
pelas organizações do território.
Escolhemos este entorno para o primeiro perímetro por três razões
concretas. A primeira: existe ali um equipamento cultural público em
atividade, com sala, com porta e com quem cuide dela — entre 7 e 15 de
agosto de 2026 o galpão está entre os espaços ocupados pela 6ª edição
do ÌYÁ'S, Festival de Arte de Mulheres Negras, e de 17 de agosto a 19
de dezembro de 2026 recebe um dos três núcleos da Oficina de
Performance Negra do Bando de Teatro Olodum. São programações de
terceiros, noticiadas pela imprensa cultural, sem nenhuma relação com
este projeto. A segunda: já se escreve e se publica ali — em junho de 2023, cinco
moradoras do Uruguai lançaram no próprio espaço o livro
Estrelas do Mar, do projeto Narrativas Subterrâneas. A terceira
é o chão: o bairro se formou sobre a maré. As ocupações coletivas
começam em 1946 e 1949, as palafitas avançaram sobre a Enseada dos
Tainheiros — que cerca este perímetro por três lados, ao norte, a
leste-nordeste e a sudeste — e a mudança para terra
firme, iniciada em 1980, só terminou nos anos 2000. É um lugar que foi
literalmente construído por quem mora nele. O módulo que estamos
fazendo é sobre construir coletivamente um lugar.
Sem parceria formalizada. O Espaço Cultural Alagados
é uma instituição real, e a Cordel 2.0 já trabalhou dentro dele: de
março a junho de 2025 realizou ali a Primeira Edição Alagados, que
terminou em antologia publicada. Essa história é verdadeira e está
documentada — e não é convênio. Entre esta plataforma de território e
o equipamento não há parceria formalizada, contrato, carta de
anuência, patrocínio nem endosso. O que existe é a
nossa intenção declarada de propor a oficina de construção ali, e o
levantamento público que você vê nesta página. Nada aqui foi
autorizado, revisado ou pedido por essa instituição. O mesmo vale para
todas as demais organizações, festivais, projetos e obras citados
nesta página: aparecem como fatos públicos do lugar, com fonte, e
nenhum deles é parceiro, patrocinador ou apoiador deste trabalho.
De onde vêm os fatos desta página
Página institucional do Espaço Cultural Alagados (inauguração em 1989, endereço, sala multiuso de 150 lugares com acessibilidade, vínculo com o movimento social) —
fonte
NUSSBAUMER, Gisele; LEAL, Nathalia. Espaço Cultural Alagados: uma experiência de gestão pública e comunitária. Políticas Culturais em Revista, UFBA, v. 15, n. 2, 2022 (terreno dividido com a CAMMPI e o CAMA; coordenação indicada pelas organizações do território) —
fonte
BRITO, Cristiano; RODRIGUES, Juciara. Dos Alagados à terra firme. Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais, 2022 (ocupação sobre a maré a partir de 1946 e 1949; remoções de 1980 aos anos 2000) —
fonte
Fundação Gregório de Mattos, 16/06/2023 — cinco moradoras do Uruguai lançam o livro "Estrelas do Mar" no Espaço Cultural Alagados —
fonte
Agenda Arte e Cultura — 6ª edição do ÌYÁ’S, Festival de Arte de Mulheres Negras, de 7 a 15 de agosto de 2026, ocupando o Espaço Cultural Alagados entre outros espaços —
fonte
Guia do Ator — Oficina de Performance Negra do Bando de Teatro Olodum, de 17 de agosto a 19 de dezembro de 2026, em três núcleos, um deles no Espaço Cultural Alagados —
fonte
SecultBA / Diretoria de Espaços Culturais — o Espaço Cultural Alagados entre os espaços administrados pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (página do órgão, hoje com conteúdo desativado por exigência eleitoral) —
fonte
Plano Local de Cultura de Itapagipe e Catálogo Cultural de Itapagipe (2022), publicados pelo CAMA a partir de mapeamento da Rede CAMMPI com a UCSal e a CESE —
fonte
Base geográfica: OpenStreetMap, consulta Overpass de 10/08/2026, dados sob licença ODbL 1.0 —
fonte
Consulta feita em 10 de agosto de 2026. O site da Secretaria de
Cultura do Estado está com o conteúdo desativado até o fim das
eleições de 2026, por exigência da legislação eleitoral, e o blog do
espaço não é atualizado desde março de 2020 — por isso a
programação recente foi conferida pela imprensa cultural, e não pelo
canal oficial.
Equivalente em texto · pontos de imersão
Os pontos marcados na cena, camada por camada
São 42 pontos assinalados dentro do território, em
6 camadas que se acendem e se apagam na
cena — mais o ponto-âncora, que fica sempre aceso. Cada um traz o
nome, a que distância e em que rumo fica da âncora e, sobretudo,
de onde veio a informação: do mapa aberto, com identificador
que qualquer pessoa confere, ou do saber da comunidade, ainda a
confirmar em campo. Essa distinção não é detalhe técnico — é o
produto, e por isso ela aparece em toda ficha e em todo item desta
lista.
As camadas não têm todas o mesmo peso, e isso é uma escolha.
Este é um mapa de produção literária e de economia criativa, então
são essas duas que ficam em primeiro plano: marcador maior, forma
mais cheia, e a figura humana onde há obra com autoria. Escola e rede
de apoio ficam no plano intermediário. Casas de culto ficam em
marcação discreta — existem no território e estão aqui por isso, mas
este mapa não é o lugar de disputar fé. A ordem em que as camadas
aparecem abaixo é essa mesma ordem, e o plano de cada uma vem escrito
ao lado do nome dela, na cena e aqui.
As contagens abaixo são de acervo: quantos pontos existem.
Não há contagem de acesso nem destaque por popularidade em lugar
nenhum deste site — o peso de uma camada é decisão declarada de
quem monta o mapa, nunca medida de audiência, que aqui não é medida.
Dentro de cada camada a ordem é a distância até a âncora, e mais
nada.
Âncora do territórioÂncora, acima do primeiro plano · 1 ponto, sempre aceso
O equipamento cultural que ancora o território, e a origem do plano da cena. O marcador dele é o maior do mapa e traz as MÁSCARAS DO TEATRO — antes trazia uma cruz, escolhida quando a forma só precisava ser diferente das outras quatro, e que dizia a coisa errada: cruz é signo de culto, e este ponto é a casa onde a comunidade escreve. Nenhuma parceria foi formalizada com esta instituição; o que a marca aqui é a coordenada, não um acordo.
Espaço Cultural Alagados Dado do mapa aberto
Equipamento cultural público — o mapa classifica como amenity=arts_centre.
No centro do plano: é a própria âncora, o ponto x = 0, z = 0.
OpenStreetMap, nó 13261552236. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
É a origem do plano da cena: o ponto de coordenada x = 0, z = 0, de onde saem todas as distâncias desta página. Nenhuma parceria foi formalizada com esta instituição.
Produção artística e literáriaPrimeiro plano · 1 ponto
Onde há obra ancorada. Hoje há uma, e uma só: o cordel citado de uma antologia publicada em 2025, preso ao largo em frente ao equipamento cultural. Não há outras porque não existem outras — nenhuma cessão de direitos foi assinada neste território, e inventar uma segunda obra para a camada parecer cheia seria exatamente o que esta página existe para não fazer. O marcador desta camada carrega uma FIGURA HUMANA pequena dentro do folheto: ela é o sinal de que ali não há só um lugar, há gente que escreveu, com nome. Ela vem por ponto e não por camada — no dia em que uma obra for ancorada num comércio, aquele marcador ganha a mesma figura. E é figura de ninguém: cabeça, braços abertos e duas pernas, sem rosto, porque retrato de pessoa real não se inventa.
Largo, praça ou parque — o mapa classifica como leisure=park.
A 30 m da âncora, no rumo oeste.
OpenStreetMap, via 556406500. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
A obra ancorada aqui é o cordel de Dilma Santana, “PRAÇA DA ALEGRIA NO URUGUAI”, citado de antologia publicada em 2025 — e é a única obra ancorada em todo o território. O mapa registra o largo com o nome acima; o bairro chama de Praça da Alegria. As duas coisas são verdadeiras ao mesmo tempo.
Economia criativaPrimeiro plano · 17 pontos
Os pontos de comércio e serviço que o mapa aberto NOMEIA, mais um que ele desenhou e deixou sem nome — a loja que o bairro chama pelo apelido do dono. Esse ponto tem haste INTERROMPIDA na cena e etiqueta escrita na ficha, a mesma gramática dos cartões da camada de economia criativa mais abaixo: traço cheio para o que está no mapa, traço interrompido para o que vem da fala do bairro e ainda não foi conferido em campo. Traço sozinho não informa ninguém, por isso a etiqueta escrita vai sempre junto.
Comida rápida, de balcão — o mapa classifica como amenity=fast_food.
A 33 m da âncora, no rumo norte-noroeste.
OpenStreetMap, nó 7830236452. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
Mercearia Elshaday Dado do mapa aberto
Mercearia de vizinhança — o mapa classifica como shop=convenience.
A 57 m da âncora, no rumo nordeste.
OpenStreetMap, nó 7811451906. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
A loja do Budião Saber da comunidade · conferido em campo
Mercearia de vizinhança — o mapa classifica como shop=convenience.
A 64 m da âncora, no rumo oeste-sudoeste.
O ponto existe no OpenStreetMap (nó 7830305654) e está sem nome nenhum. O nome vem da fala do bairro e ninguém do projeto foi até lá conferir.
Vende artigo de pesca — quem diz isso é a fala do bairro, não o mapa. “Budião” é ao mesmo tempo o apelido do dono e o nome da loja.
Restaurante Mãe & Filho Dado do mapa aberto
Restaurante — o mapa classifica como amenity=restaurant.
A 84 m da âncora, no rumo oeste-sudoeste.
OpenStreetMap, nó 7830305648. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
Banco Comunitário Santa Luzia Dado do mapa aberto
Banco — o mapa classifica como amenity=bank.
A 115 m da âncora, no rumo sudoeste.
OpenStreetMap, nó 13261552234. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
Mercearia da Lene Dado do mapa aberto
Mercearia de vizinhança — o mapa classifica como shop=convenience.
A 224 m da âncora, no rumo norte-nordeste.
OpenStreetMap, nó 7810796124. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
Casa da Rafa Dado do mapa aberto
Bebidas — o mapa classifica como shop=beverages.
A 236 m da âncora, no rumo norte-noroeste.
OpenStreetMap, nó 7810796136. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
Mercadinho Dado do mapa aberto
Mercearia de vizinhança — o mapa classifica como shop=convenience.
A 246 m da âncora, no rumo sudoeste.
OpenStreetMap, nó 7574275938. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
Bar Ilha das Águas Dado do mapa aberto
Bar — o mapa classifica como amenity=pub.
A 284 m da âncora, no rumo norte.
OpenStreetMap, nó 7810796114. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
Barpósito Pedro Bahia Dado do mapa aberto
Bar — o mapa classifica como amenity=pub.
A 307 m da âncora, no rumo norte-noroeste.
OpenStreetMap, nó 7810796113. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
Encontro dos Amigos Dado do mapa aberto
Bar — o mapa classifica como amenity=pub.
A 413 m da âncora, no rumo norte-noroeste.
OpenStreetMap, nó 7810796104. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
Mercadinho Jucicar Dado do mapa aberto
Mercearia de vizinhança — o mapa classifica como shop=convenience.
A 458 m da âncora, no rumo noroeste.
OpenStreetMap, nó 7574275933. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
Mercadinho Serra Dado do mapa aberto
Mercearia de vizinhança — o mapa classifica como shop=convenience.
A 460 m da âncora, no rumo noroeste.
OpenStreetMap, nó 7574275934. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
Assistência técnica Bandeirantes Dado do mapa aberto
Bicicletaria — o mapa classifica como shop=bicycle.
A 470 m da âncora, no rumo leste-sudeste.
OpenStreetMap, nó 3893349029. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
Casa do Bolo 5 Irmãos Dado do mapa aberto
Quitanda e comida pronta — o mapa classifica como shop=deli.
A 476 m da âncora, no rumo sul.
OpenStreetMap, nó 13992974000. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
Minimercado Massaranduba Dado do mapa aberto
Mercearia de vizinhança — o mapa classifica como shop=convenience.
A 484 m da âncora, no rumo oeste-noroeste.
OpenStreetMap, nó 7574275932. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
Carlos Auto Elétrica Dado do mapa aberto
Oficina de automóvel — o mapa classifica como shop=car_repair.
A 493 m da âncora, no rumo sul.
OpenStreetMap, nó 13992948660. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
EscolasPlano intermediário · 3 pontos
Os pontos de categoria educação do levantamento — o que o mapa registra como escola dentro do perímetro. Os nomes ficam como estão no mapa, com as grafias de quem os cadastrou: corrigir na fonte é trabalho de oficina, e a correção serve a todo mundo, não só a esta página.
Colégio Estadual Polivalente San Diego Dado do mapa aberto
Escola — o mapa classifica como amenity=school.
A 63 m da âncora, no rumo sul.
OpenStreetMap, nó 13261552239. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
escola municipal Dado do mapa aberto
Escola — o mapa classifica como amenity=school.
A 113 m da âncora, no rumo sudoeste.
OpenStreetMap, nó 7887621047. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
Escola Luiza Mahim Dado do mapa aberto
Escola — o mapa classifica como amenity=school.
A 234 m da âncora, no rumo oeste-sudoeste.
OpenStreetMap, nó 13261552238. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
Praças e espaços abertosPlano intermediário · 7 pontos
As praças, os largos, os campos e as quadras que o mapa aberto nomeia — o espaço aberto de uso comum, que é onde o bairro se encontra e onde a oficina vai acontecer. A leitura aqui é DIRETA: a etiqueta do mapa já diz que ali há praça ou campo, e é só isso que esta página afirma. Ela nada diz sobre estado de conservação, sobre quem cuida nem sobre quem usa — isso é pergunta de oficina. O largo em frente ao Espaço Cultural não aparece nesta camada porque já é marcador na camada de produção literária: é o mesmo lugar, e um lugar tem um ponto só. O marcador é uma MEIA-LUA de lado reto para baixo, a única forma aberta do conjunto: o espaço que não tem porta.
Praça Padre Clóvis Dado do mapa aberto
Largo, praça ou parque — o mapa classifica como leisure=park.
A 65 m da âncora, no rumo norte.
OpenStreetMap, via 675024454. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
Praça João Paulo II Dado do mapa aberto
Largo, praça ou parque — o mapa classifica como leisure=park.
A 183 m da âncora, no rumo leste-sudeste.
OpenStreetMap, via 675024450. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
Praça Santa Luzia Dado do mapa aberto
Largo, praça ou parque — o mapa classifica como leisure=park.
A 223 m da âncora, no rumo oeste-sudoeste.
OpenStreetMap, nó 13261557971. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
Quadra Poliesportiva Dado do mapa aberto
Tipo sem leitura conhecida — o mapa classifica como pitch.
A 224 m da âncora, no rumo oeste-sudoeste.
OpenStreetMap, via 829953564. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
Campo Brinco do Uruguai Rei Pelé Dado do mapa aberto
Tipo sem leitura conhecida — o mapa classifica como pitch.
A 285 m da âncora, no rumo oeste-sudoeste.
OpenStreetMap, via 1241797119. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
Campo do Bate Estaca Dado do mapa aberto
Tipo sem leitura conhecida — o mapa classifica como pitch.
A 291 m da âncora, no rumo oeste-sudoeste.
OpenStreetMap, via 556406503. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
Praça da Redenção Dado do mapa aberto
Largo, praça ou parque — o mapa classifica como leisure=park.
A 492 m da âncora, no rumo oeste-noroeste.
OpenStreetMap, via 556406510. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
Redes comunitárias de apoioPlano intermediário · 7 pontos
Esta camada é DEDUZIDA do tipo que o OpenStreetMap dá a cada ponto: centro comunitário e associação, equipamento de assistência social, unidade de saúde e o posto que o mapa classifica como policial e cujo nome cadastrado diz base comunitária. Praças e campos ficam de fora: são espaço aberto, não equipamento. As casas de culto saíram desta camada e ganharam a sua, logo abaixo. E aqui vai o mais importante: o mapa NÃO afirma que nenhum destes pontos seja rede de apoio. Ele afirma que ali há um posto, uma sala, uma associação. Que aquilo funcione como rede de apoio é leitura nossa a partir do tipo — e onde o tipo não permite afirmar, a ficha do ponto diz, escrito, que a classificação é provisória. Quem sabe é quem mora, e é isso que a oficina vai perguntar.
Associação de Capoeira Filhos do Nascente Dado do mapa aberto
Centro comunitário ou associação — o mapa classifica como amenity=community_centre.
A 30 m da âncora, no rumo leste-nordeste.
OpenStreetMap, nó 7830236451. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
Base Comunitária do Uruguai Dado do mapa aberto
Posto classificado como policial — o mapa classifica como amenity=police.
A 59 m da âncora, no rumo sudoeste.
OpenStreetMap, via 556406499. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa. Estar nesta camada é leitura nossa a partir do tipo do mapa: o mapa não afirma que este ponto seja rede de apoio. Classificação provisória, a confirmar com quem mora.
Missionárias da Caridade Dado do mapa aberto
Equipamento de assistência social — o mapa classifica como amenity=social_facility.
A 126 m da âncora, no rumo sul-sudeste.
OpenStreetMap, nó 7560740293. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
Paróquia Nossa Senhora dos Alagados e São João Paulo II Dado do mapa aberto
Centro comunitário ou associação — o mapa classifica como amenity=community_centre.
A 128 m da âncora, no rumo leste-sudeste.
OpenStreetMap, nó 13261552240. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
Associação de Moradores do Conjunto Santa Luzia - AMCSL Dado do mapa aberto
Centro comunitário ou associação — o mapa classifica como amenity=community_centre.
A 236 m da âncora, no rumo oeste-sudoeste.
OpenStreetMap, nó 13261552237. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
Cozinha Solidária Nutrividas Dado do mapa aberto
Equipamento de assistência social — o mapa classifica como amenity=social_facility.
A 463 m da âncora, no rumo sul.
OpenStreetMap, nó 14031039570. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
Unidade de Saúde da Família Joanes Centro Oeste Dado do mapa aberto
Unidade de saúde — o mapa classifica como amenity=clinic.
A 485 m da âncora, no rumo nordeste.
OpenStreetMap, nó 7818245266. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa. Estar nesta camada é leitura nossa a partir do tipo do mapa: o mapa não afirma que este ponto seja rede de apoio. Classificação provisória, a confirmar com quem mora.
Casas de cultoMarcação discreta · 6 pontos
Templos e casas de culto que o mapa aberto nomeia. Esta camada está aqui porque eles existem no território e omiti-los seria falsear o bairro — e está em MARCAÇÃO DISCRETA porque este mapa é de produção literária e de economia criativa, e não é o lugar de disputar fé com ninguém. Na cena, o marcador é um ponto pequeno, liso e mais baixo que os demais: encontra-se quando se procura, não se impõe quando não se procura. O desenho de mãos em prece ao lado vale só aqui, no texto, onde há tamanho para ele; a doze pixels de cabeça, na cena, mão em prece vira borrão e chama de espírito puxa o olho justamente ao contrário do que se quis. Antes, estes pontos estavam dentro das redes comunitárias de apoio, no mesmo tamanho de todo o resto — o que dizia duas coisas que ninguém tinha apurado: que templo é rede de apoio, e que culto pesa tanto quanto obra.
Igreja Batista Missionária Boas Novas Dado do mapa aberto
Templo religioso — o mapa classifica como amenity=place_of_worship.
A 57 m da âncora, no rumo oeste.
OpenStreetMap, nó 7830305659. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
Igreja Pentecostal Resplendor da Glória de Deus Dado do mapa aberto
Templo religioso — o mapa classifica como amenity=place_of_worship.
A 113 m da âncora, no rumo leste.
OpenStreetMap, nó 7811451913. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
Igreja Pentecostal Deus é Amor Dado do mapa aberto
Templo religioso — o mapa classifica como amenity=place_of_worship.
A 199 m da âncora, no rumo oeste.
OpenStreetMap, nó 7604000203. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
Igreja Batista Petencostal da Restauração Dado do mapa aberto
Templo religioso — o mapa classifica como amenity=place_of_worship.
A 224 m da âncora, no rumo nordeste.
OpenStreetMap, nó 7810796134. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
Assembléia de Deus de Salvador Dado do mapa aberto
Templo religioso — o mapa classifica como amenity=place_of_worship.
A 430 m da âncora, no rumo sul.
OpenStreetMap, nó 13995102759. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
Paróquia Nossa Senhora da Piedade em Massaranduba Dado do mapa aberto
Templo religioso — o mapa classifica como amenity=place_of_worship.
A 459 m da âncora, no rumo oeste-noroeste.
OpenStreetMap, via 398206569. O nome e a classificação são de quem mapeou, sem correção nossa.
Esta seção não é um resumo da cena 3D: é a mesma informação, em outra
forma. Ela está sempre aqui, com ou sem JavaScript, com ou sem WebGL,
com ou sem leitor de tela — e não depende de você ter conseguido abrir a
cena.
O desenho do perímetro
O centro é o Espaço Cultural Alagados, na Praça do Uruguai, no Final
de Linha. Dali, um círculo de 500 metros cobre um trecho denso do
bairro Uruguai e alcança a beira d'água por três lados, porque o
Uruguai é península: a costa a 218 e a 266 metros ao norte, o mangue
e a Ilha do Rato a 256 metros a leste-nordeste, e mais costa a 338
metros a sudeste. A noroeste, o perímetro entra em Massaranduba.
O tecido é de quadra fechada e lote pequeno: a mediana das
edificações mapeadas tem 57 m² de projeção no chão, e três quartos
delas ficam abaixo de 87 m². São 200 trechos de via dentro do
perímetro, sendo a maioria rua residencial estreita, calçada e
escadaria — 54 caminhos de pedestre e 7 lances de escada, o que
descreve um lugar de topografia irregular e circulação a pé.
Dentro do círculo há ainda 13 áreas de uso do solo declaradas no
mapa: manchas de mata, campo e gramado, além de áreas residenciais.
E há campo de futebol, quadra, praça e unidade de saúde, listados ao
lado pelo nome com que foram mapeados.
Os números desta descrição saem do mesmo arquivo que alimenta a
cena. Distâncias em linha reta a partir da âncora, arredondadas ao
metro.
Lugares nomeados dentro do perímetro
42 lugares com nome próprio, como estão
escritos no OpenStreetMap — inclusive as grafias e as abreviações de
quem os mapeou. Nós não corrigimos nem completamos nada: o que
estiver errado aqui está errado no mapa, e é justamente uma das
coisas que uma oficina no bairro pode consertar, para todo mundo, na
fonte. Residências e hospedagem ficam fora desta lista por decisão
de privacidade. Se você responde por algum lugar listado aqui e não
quer que ele apareça nesta página, escreva: a gente tira, sem
precisar de justificativa.
Cultura e associação
Associação de Capoeira Filhos do Nascente
· a 30 m da âncora
Campo Brinco do Uruguai Rei Pelé
· a 285 m da âncora
Campo do Bate Estaca
· a 291 m da âncora
Cozinha Solidária Nutrividas
· a 463 m da âncora
Missionárias da Caridade
· a 126 m da âncora
Praça da Redenção
· a 492 m da âncora
Praça do Uruguai
· a 30 m da âncora
Praça João Paulo II
· a 183 m da âncora
Praça Padre Clóvis
· a 65 m da âncora
Praça Santa Luzia
· a 223 m da âncora
Quadra Poliesportiva
· a 224 m da âncora
Santa Luzia do Lobato
· a 471 m da âncora
Unidade de Saúde da Família Joanes Centro Oeste
· a 485 m da âncora
Culto
Assembléia de Deus de Salvador
· a 430 m da âncora
Igreja Batista Missionária Boas Novas
· a 57 m da âncora
Igreja Batista Petencostal da Restauração
· a 224 m da âncora
Igreja Pentecostal Deus é Amor
· a 199 m da âncora
Igreja Pentecostal Resplendor da Glória de Deus
· a 113 m da âncora
Paróquia Nossa Senhora da Piedade em Massaranduba
· a 459 m da âncora
Comércio e serviço de rua
Assistência técnica Bandeirantes
· a 470 m da âncora
Banco Comunitário Santa Luzia
· a 115 m da âncora
Bar Ilha das Águas
· a 284 m da âncora
Barpósito Pedro Bahia
· a 307 m da âncora
Carlos Auto Elétrica
· a 493 m da âncora
Casa da Rafa
· a 236 m da âncora
Casa do Bolo 5 Irmãos
· a 476 m da âncora
Encontro dos Amigos
· a 413 m da âncora
Mercadinho
· a 246 m da âncora
Mercadinho Jucicar
· a 458 m da âncora
Mercadinho Serra
· a 460 m da âncora
Mercearia da Lene
· a 224 m da âncora
Mercearia Elshaday
· a 57 m da âncora
Minimercado Massaranduba
· a 484 m da âncora
Point da Neilza
· a 33 m da âncora
Restaurante Mãe & Filho
· a 84 m da âncora
Camada · economia criativa
Quem trabalha em volta da praça
Um território não é só o desenho das quadras: é também quem abre a porta de
manhã. Esta camada lista o comércio e o serviço que ficam a poucos passos
da praça — cada um com o que faz, a que distância e em que rumo fica, e,
sobretudo, de onde veio a informação. Porque há dois tipos de dado
aqui, e eles não valem a mesma coisa.
O eixo de 64 metros
Três pontos, quase numa linha só, com o largo no meio: o Espaço
Cultural de um lado, a loja de artigo de pesca do outro. Os dois
trechos somam 64,35 m e a linha direta entre as
pontas mede 64,19 m — uma diferença de 16 cm em 64 metros,
menos do que a precisão com que estes pontos estão registrados. Não
dá para dizer que os três estão exatamente alinhados; dá para dizer
que, de pé no largo, é assim que se vê: a cultura de um lado, a
pesca do outro, e a praça entre as duas. O que se sabe da loja
não vem do mapa — vem do bairro, e está detalhado logo abaixo.
A cultura
Espaço Cultural Alagados
Sala multiuso, oficina, ensaio, apresentação. É a âncora do território: o ponto x = 0, z = 0 do plano.
29,9 m a oeste do Espaço Cultural Alagados
O largo no meio
A praça
Praça do Uruguai no mapa aberto, Praça da Alegria na fala do bairro. É daqui que esta camada mede tudo.
34,4 m a oeste-sudoeste da praça
A pesca
A loja do Budião
Artigo de pesca, na esquina do outro lado do largo. O mapa desenhou a porta; quem escreveu o nome foi o bairro.
Distâncias em linha reta sobre o plano da cena, medidas do centro de
cada ponto. Um largo não é um ponto e uma porta não fica no centro do
lote: estes números dizem onde as coisas estão em relação umas às
outras, não quantos passos se dá entre elas.
Duas procedências, nunca misturadas
Mapa aberto
Está no OpenStreetMap, com identificador que qualquer pessoa pode
conferir e corrigir. Cartão de traço cheio. O nome e a
classificação são de quem mapeou — podem estar errados, e às
vezes estão.
Saber da comunidade
O nome vem da fala do bairro e ainda não foi confirmado em
campo por nós. Cartão de traço interrompido, com esta
etiqueta escrita por extenso. Fica publicado assim, incompleto e
sinalizado — guardar o que a comunidade sabe até haver carimbo
seria repetir exatamente o apagamento que esta camada existe para
desfazer.
O ponto que o mapa desenhou e não nomeou
Saber da comunidade · não confirmado em campo
A loja do Budião
O que faz
Vende artigo de pesca — quem diz isso é a fala do bairro. O
mapa não descreve o que a casa vende: ele só a classifica como
shop=convenience, ou seja,
mercearia de vizinhança. As
duas coisas não são a mesma, e nós não temos como decidir
qual está certa daqui: é conversa a ter em campo.
Onde fica
A 34 m da praça, no rumo oeste-sudoeste —
azimute 255°.
Procedência
O ponto existe no OpenStreetMap (nó 7830305654), classificado
como mercearia de vizinhança (
shop=convenience), e está
sem nome nenhum. O nome vem da comunidade. Ninguém do
projeto foi até lá conferir.
Budião é ao mesmo tempo o apelido do dono e o nome da loja —
por isso "a loja do Budião", que honra os dois. De onde vem o
apelido, não sabemos, e não é da nossa conta inventar. O mapa
desenhou a porta e deixou a placa em branco; escrever essa placa,
conferindo com quem trabalha ali, é trabalho de oficina — e é
também o que devolve o nome ao mapa aberto, onde ele passa a servir
ao entregador, à ambulância e a qualquer projeto que baixe aquele
mesmo dado depois.
O que o mapa nomeia em volta da praça
7 pontos de comércio e serviço com nome próprio no
OpenStreetMap, num raio de 250 m da praça. O mais importante
deles para este projeto é o Banco Comunitário Santa Luzia: se
for o que o nome anuncia, não é comércio genérico — é economia
solidária, e é o melhor exemplo do que esta camada quer tornar
visível.
Mapa aberto
Point da Neilza
O que faz
Comida rápida, de balcão
— classificação do mapa: amenity=fast_food
Onde fica
A 36 m da praça, rumo norte-nordeste —
azimute 24°.
Procedência
OpenStreetMap, nó 7830236452. Nome como está no mapa,
sem correção nossa.
Mapa aberto
Restaurante Mãe & Filho
O que faz
Restaurante
— classificação do mapa: amenity=restaurant
Onde fica
A 54 m da praça, rumo oeste-sudoeste —
azimute 251°.
Procedência
OpenStreetMap, nó 7830305648. Nome como está no mapa,
sem correção nossa.
Mapa aberto
Mercearia Elshaday
O que faz
Mercearia de vizinhança
— classificação do mapa: shop=convenience
Onde fica
A 85 m da praça, rumo leste-nordeste —
azimute 64°.
Procedência
OpenStreetMap, nó 7811451906. Nome como está no mapa,
sem correção nossa.
Mapa aberto
Banco Comunitário Santa Luzia
O que faz
Banco
— classificação do mapa: amenity=bank
Onde fica
A 95 m da praça, rumo sul-sudoeste —
azimute 209°.
Procedência
OpenStreetMap, nó 13261552234. Nome como está no mapa,
sem correção nossa.
Banco comunitário, no Brasil, é o nome de um arranjo de
finanças solidárias: uma associação de moradores que
administra crédito no próprio bairro, às vezes com moeda
social de circulação local. Se é assim que este
funciona, nós não sabemos — não falamos com ninguém
de lá, e o mapa só registra o nome e a etiqueta
amenity=bank. O que se pode afirmar é o
que está no dado: existe, tem esse nome e fica a 95 m da praça. O resto é conversa a ter em
campo.
Mapa aberto
Mercadinho
O que faz
Mercearia de vizinhança
— classificação do mapa: shop=convenience
Onde fica
A 226 m da praça, rumo sul-sudoeste —
azimute 212°.
Procedência
OpenStreetMap, nó 7574275938. Nome como está no mapa,
sem correção nossa.
Mapa aberto
Casa da Rafa
O que faz
Bebidas
— classificação do mapa: shop=beverages
Onde fica
A 228 m da praça, rumo norte-noroeste —
azimute 341°.
Procedência
OpenStreetMap, nó 7810796136. Nome como está no mapa,
sem correção nossa.
Mapa aberto
Mercearia da Lene
O que faz
Mercearia de vizinhança
— classificação do mapa: shop=convenience
Onde fica
A 243 m da praça, rumo nordeste —
azimute 34°.
Procedência
OpenStreetMap, nó 7810796124. Nome como está no mapa,
sem correção nossa.
No mesmo raio há ainda 7 pontos de comércio
que o mapa desenhou e deixou sem nome — a loja do Budião é um
deles, e os outros 6 continuam
anônimos aqui, porque anônimos é como eles estão. Mais longe, ainda
dentro do perímetro de 500 m do território, há outros 9 com nome próprio. O corte em 250 m é escolha
nossa, não fronteira de nada: é o alcance de quem está parado no largo
e ainda chama aquilo de aqui.
Como o trabalho do artista apareceria aqui
Nenhum artista, mestre ou comerciante tem vínculo com esta plataforma
hoje — nem perfil, nem página, nem link. Quando houver, a peça terá a
forma do cartão abaixo. Ele é inventado, existe só para mostrar o
formato, e está dito na cara dele.
Exemplo de demonstração · nada neste cartão é real
Ateliê Fulana de Tal
Matriz de xilogravura e impressão de folheto
Fulana de Tal não existe. Este ateliê não fica em lugar nenhum do
mapa, não é nenhum dos comércios listados acima e não tem relação
com o projeto. O cartão está aqui só para mostrar a forma.
Os três botões abaixo são desenho: não são links, não têm destino e
não levam a lugar nenhum.
Perfil da artistaCatálogo do ateliêFalar com o ateliê
O link sai para fora. Nenhum número entra.
Por que nenhum número entra
Um cartão desses guarda um caminho: o endereço que a própria pessoa
escolher, para quem quiser ver o trabalho ou contratar. O que a rede
social devolve do outro lado — seguidor, curtida, visualização,
comentário — não entra aqui. Nem para exibir, nem para ordenar
a lista, nem para decidir quem aparece primeiro.
A razão é prática antes de ser moral. Quem chega precisa conseguir
contratar o artista, e para isso basta o caminho até ele: o
número de seguidores não ajuda ninguém a encomendar uma matriz de
xilogravura. Se o número entrasse, esta camada viraria vitrine de
popularidade — quem tem menos audiência apareceria menos, e o critério
de quem se vê deixaria de ser o território para virar o alcance de
cada um.
Por isso a ordem desta lista é a distância até a praça, e mais
nada. Não há ranking, não há destaque pago, não há "mais visto". O
único destaque desta seção é editorial e está declarado: o banco
comunitário, porque explica a camada.
Vale para o vínculo inteiro: nenhuma dessas peças chama recurso de
fora. O endereço fica escrito, e sair dele é decisão de quem lê — a
página não carrega nada de outro site, nem sabe que você clicou.
Tudo o que está nesta ficha pode ser conferido por qualquer pessoa,
contra a mesma fonte pública que usamos.
Âncora do territórioEspaço Cultural Alagados
Nó 13261552236 no OpenStreetMap (amenity=arts_centre), em -12.929106, -38.491888. É a origem do plano: o ponto de coordenada x = 0, z = 0 da cena.
Raio do perímetro500 metros
O recorte técnico dos dados foi feito a 520 m e a geometria que cruza essa borda é cortada ali — por isso nada na cena passa de 520 m do centro. O círculo é ponto de partida, não fronteira combinada com ninguém.
Edificações2.922 mapeadas
Dessas, 2.911 viraram volume na cena; onze ficaram abaixo do piso de 8 m² e saíram. Apenas 6 têm número de pavimentos no OpenStreetMap e nenhuma tem altura medida.
Vias198 mapeadas
Ruas, becos, calçadas e escadarias. Viraram 200 trechos no arquivo, porque duas foram cortadas em dois ao encontrar a borda do perímetro.
Água e chão6 feições de água
Três trechos de linha de costa, um rio, o mangue e a Ilha do Rato — mais 13 áreas de uso do solo (residencial, mata, campo, gramado). O Uruguai é península: medida da âncora, a maré cerca o perímetro por três lados — costa a 218 m e a 266 m ao norte, mangue e Ilha do Rato a 256 m a leste-nordeste, costa a 338 m a sudeste. Só a Ilha do Rato tem nome no mapa; “Enseada dos Tainheiros” vem do uso local e da história, não do dado.
Lugares nomeados75 extraídos
67 entraram no arquivo depois do recorte de privacidade e 42 deles têm nome próprio — são os que estão listados nesta página. Hospedagem, endereço, telefone e qualquer feição que aponte residência ficam de fora, de propósito.
Extração dos dados10 de agosto de 2026
Consulta ao OpenStreetMap pela API Overpass, num perímetro de 500 m ao redor da âncora. É uma fotografia daquele dia: o mapa muda todo dia, e esta página não.
Cerca de 101 KB comprimidos na transferência, com 16.885 vértices. Nada disso é baixado antes de você pedir para entrar.
Estado real, hoje
O que ainda não está aqui
Esta é a parte mais importante da página. O que você viu até agora é um
chão vazio levantado a partir de dados abertos — e um chão vazio pode
passar facilmente por algo pronto. Não é. Escrito sem rodeio:
O acervo ainda não foi aberto
Há uma obra ancorada neste território: o cordel de Dilma
Santana, citado de uma antologia publicada em 2025 e preso à praça
em frente ao galpão. É uma, e é por citação. Não há acervo: nenhuma
cessão de direitos foi assinada aqui, nenhum autor foi cadastrado e
nenhuma matriz de xilogravura foi recolhida. A Cordel 2.0 já fez
oficina neste território, em 2025; oficina de construção do
território — que é o que esta plataforma faz — é que ainda não
houve.
Nenhum marco foi colocado pela comunidade
O ponto assinalado na cena é a praça em frente ao equipamento
cultural — um logradouro público, mapeado por terceiros, que é
também o endereço do próprio Espaço Cultural. É dado público do
mapa. A obra ancorada nesse ponto se lê na
página do ponto de
imersão, e quem a prendeu ali fomos nós, a partir do endereço
publicado — não um grupo reunido no lugar. Nada do que está em pé na
cena foi construído por alguém do bairro: tudo é geometria derivada
automaticamente do OpenStreetMap.
Nenhuma parceria foi formalizada
Não há convênio, contrato, carta de anuência, patrocínio ou endosso
— nem com o Espaço Cultural Alagados, nem com a Secretaria de
Cultura do Estado, nem com nenhuma organização do território. Que a
Cordel 2.0 tenha realizado a Primeira Edição Alagados dentro daquele
galpão em 2025 é história verdadeira e documentada, e não substitui
acordo nenhum: a escolha deste perímetro continua sendo decisão
nossa, feita sobre dados públicos, e uma proposta até que alguém de
lá diga sim.
As alturas não foram medidas e o perímetro não foi combinado
Os volumes têm a altura padrão de uma casa térrea porque o mapa não
traz altura — inclusive o galpão do próprio Espaço Cultural, que
aparece baixo demais para uma sala de 150 pessoas. E o círculo de
500 metros é um recorte técnico: um limite de verdade se desenha
andando, com quem mora ali, e pode não ser redondo.
O que muda quando a primeira oficina acontecer
No dia em que houver um grupo reunido naquela sala, três coisas mudam
de natureza. A primeira: as edificações deixam de ser um bloco
anônimo, porque o grupo passa a apontar quais delas são lugar de
alguma coisa — a esquina do verso, a casa da mestra, o ponto onde a
procissão passa. A segunda: os nomes deixam de ser o que o
OpenStreetMap diz e passam a ser o que o bairro diz, com as correções
voltando para o mapa aberto, onde servem a qualquer pessoa. A
terceira: aparecem marcos de autoria, e a partir daí este território
deixa de ser uma demonstração técnica e passa a ser um registro — com
obra, com nome, com data e com o direito de sair, se quem cedeu mudar
de ideia.
O ciclo, aplicado a este lugar
O que propomos que aconteça aqui
O ciclo do projeto descrito de forma genérica em
como funciona tem, neste território, um endereço,
uma sala e um mapa. Assim ele se aplica ao lugar concreto.
1
A oficina no galpão
A proposta é ocupar a sala multiuso — a mesma de 150 lugares, sem
palco, que o equipamento já usa para ensaio, oficina e apresentação
— com um grupo do bairro, por encontros presenciais. Sem cadastro,
sem senha, sem aplicativo para instalar: o que se leva é papel,
goiva, tinta e o que cada pessoa já escreveu.
2
A leitura em voz alta
Antes de qualquer coisa entrar no mapa, os folhetos são lidos e as
gravuras são mostradas ao grupo. É dessa leitura que sai a lista de
lugares: o que a obra cita, onde ela se passa, de onde fala quem a
fez. A obra vem primeiro; o cenário vem atrás dela.
3
Os lugares citados, erguidos sobre este chão
Cada lugar da lista é procurado no perímetro que você acabou de ver
e construído por cima dele — tocando no mapa, colando uma coordenada
ou pedindo em português ao agente construtor, que só age a pedido,
mostra antes o que vai fazer, espera a confirmação do grupo e deixa
registrado cada pedido. A IA não escreve verso, não inventa autor e
não constrói sozinha.
4
Os marcos de autoria
No lugar construído fica uma placa com o nome de quem escreveu ou
gravou, a obra e um link externo escolhido por essa pessoa — por
exemplo, o perfil dela num mapa cultural público; qual instância
será usada, nacional, estadual ou municipal, ainda está em aberto.
Marco nunca vai na
casa de ninguém sem consentimento expresso: o padrão é espaço
público e ponto de produção cultural.
5
Os pontos de produção cultural do bairro
Além dos lugares citados nas obras, o grupo marca onde se produz
cultura ali dentro: uma sede de associação, um ateliê, um grupo de
capoeira, uma escola. Quais pontos entram é decisão de quem mora,
não nossa — e há de onde partir sem começar do zero, porque o
território já se mapeou antes: o Plano Local de Cultura de Itapagipe
e o Catálogo Cultural de Itapagipe são documentos públicos, feitos a
partir de mapeamento das próprias organizações locais.
Nada disso tem data marcada, e não vamos inventar uma. Este é o desenho
do trabalho, não um cronograma.
O convite
Se você é do Espaço Cultural ou do bairro
Esta página foi feita de fora, com dados públicos, por gente que não
mora no Uruguai. Ela vai estar errada em algum ponto — um nome trocado,
uma rua que não é bem assim, um lugar importante que o mapa não
registra. Escrever para nós é a maneira de corrigir.
Especificamente, seria de enorme ajuda saber:
se o perímetro de 500 metros faz sentido para quem anda ali, e onde
ele deveria ir mais longe ou parar antes;
que lugares o mapa não tem — e quais dos que ele tem estão com o
nome errado;
se há alguém escrevendo cordel, gravando xilogravura ou fazendo
literatura no território, hoje;
se a ideia de uma oficina no galpão interessa a quem cuida daquela
sala.
E o contrário também vale, com a mesma seriedade: se você é do Espaço
Cultural Alagados e não quer que o equipamento apareça nesta página,
escreva e a gente tira. Não é preciso justificar.
Escrever para a equipe
Não há formulário nesta página, e não vai haver. O link abre o seu
próprio programa de e-mail.
Se o que você tem é uma obra — um cordel, uma gravura — o caminho para
pôr isso no mapa está descrito em participar: o que é pedido, por quê, e o que ainda não é possível.
Este site é estático: não guarda a sua mensagem, não registra quem
clicou, não usa cookie e não tem banco de dados por trás. A única coisa
que sai daqui para a rede é o arquivo de dados do território — e só se
você pedir para entrar nele.