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Protótipo aberto — plataforma em construção · nenhuma obra publicada ainda · o nome definitivo será batizado com a comunidade
Cordel 2.0 registro coletivo do território

Primeiro território · bairro Uruguai · Salvador, Bahia

O entorno do Espaço Cultural Alagados

Quinhentos metros de raio ao redor de um galpão cultural no Final de Linha do Uruguai, na Península de Itapagipe — a Cidade Baixa de Salvador. É este o chão em que o construtor coletivo do território começa.

O Espaço Cultural Alagados foi inaugurado em 1989 e nasceu da luta de artistas e ativistas culturais da própria localidade por um lugar de apresentação, ensaio e mobilização. É um equipamento público do Estado da Bahia, vinculado à Secretaria de Cultura e administrado por sua Diretoria de Espaços Culturais; tem uma sala multiuso, sem palco, com 150 lugares e acessibilidade. Divide o mesmo terreno com a Comissão de Articulação e Mobilização dos Moradores da Península de Itapagipe e com o Centro de Arte e Meio Ambiente, e sua coordenação é indicada pelas organizações do território.

Escolhemos este entorno para o primeiro perímetro por três razões concretas. A primeira: existe ali um equipamento cultural público em atividade, com sala, com porta e com quem cuide dela — entre 7 e 15 de agosto de 2026 o galpão está entre os espaços ocupados pela 6ª edição do ÌYÁ'S, Festival de Arte de Mulheres Negras, e de 17 de agosto a 19 de dezembro de 2026 recebe um dos três núcleos da Oficina de Performance Negra do Bando de Teatro Olodum. São programações de terceiros, noticiadas pela imprensa cultural, sem nenhuma relação com este projeto. A segunda: já se escreve e se publica ali — em junho de 2023, cinco moradoras do Uruguai lançaram no próprio espaço o livro Estrelas do Mar, do projeto Narrativas Subterrâneas. A terceira é o chão: o bairro se formou sobre a maré. As ocupações coletivas começam em 1946 e 1949, as palafitas avançaram sobre a Enseada dos Tainheiros — que fecha este perímetro a leste — e a mudança para terra firme, iniciada em 1980, só terminou nos anos 2000. É um lugar que foi literalmente construído por quem mora nele. O módulo que estamos fazendo é sobre construir coletivamente um lugar.

Sem vínculo institucional. O Espaço Cultural Alagados é uma instituição real e não tem relação alguma com este protótipo: não há parceria, patrocínio, convênio nem endosso. O que existe é a nossa intenção declarada de propor a primeira oficina ali, e o levantamento público que você vê nesta página. Nada aqui foi autorizado, revisado ou pedido por essa instituição. O mesmo vale para todas as demais organizações, festivais, projetos e obras citados nesta página: aparecem como fatos públicos do lugar, com fonte, e nenhum deles é parceiro, patrocinador ou apoiador deste trabalho.

De onde vêm os fatos desta página
  • Página institucional do Espaço Cultural Alagados (inauguração em 1989, endereço, sala multiuso de 150 lugares com acessibilidade, vínculo com o movimento social) — fonte
  • NUSSBAUMER, Gisele; LEAL, Nathalia. Espaço Cultural Alagados: uma experiência de gestão pública e comunitária. Políticas Culturais em Revista, UFBA, v. 15, n. 2, 2022 (terreno dividido com a CAMMPI e o CAMA; coordenação indicada pelas organizações do território) — fonte
  • BRITO, Cristiano; RODRIGUES, Juciara. Dos Alagados à terra firme. Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais, 2022 (ocupação sobre a maré a partir de 1946 e 1949; remoções de 1980 aos anos 2000) — fonte
  • Fundação Gregório de Mattos, 16/06/2023 — cinco moradoras do Uruguai lançam o livro "Estrelas do Mar" no Espaço Cultural Alagados — fonte
  • Agenda Arte e Cultura — 6ª edição do ÌYÁ’S, Festival de Arte de Mulheres Negras, de 7 a 15 de agosto de 2026, ocupando o Espaço Cultural Alagados entre outros espaços — fonte
  • Guia do Ator — Oficina de Performance Negra do Bando de Teatro Olodum, de 17 de agosto a 19 de dezembro de 2026, em três núcleos, um deles no Espaço Cultural Alagados — fonte
  • SecultBA / Diretoria de Espaços Culturais — o Espaço Cultural Alagados entre os espaços administrados pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (página do órgão, hoje com conteúdo desativado por exigência eleitoral) — fonte
  • Plano Local de Cultura de Itapagipe e Catálogo Cultural de Itapagipe (2022), publicados pelo CAMA a partir de mapeamento da Rede CAMMPI com a UCSal e a CESE — fonte
  • Base geográfica: OpenStreetMap, consulta Overpass de 10/08/2026, dados sob licença ODbL 1.0 — fonte

Consulta feita em 10 de agosto de 2026. O site da Secretaria de Cultura do Estado está com o conteúdo desativado até o fim das eleições de 2026, por exigência da legislação eleitoral, e o blog do espaço não é atualizado desde março de 2020 — por isso a programação recente foi conferida pela imprensa cultural, e não pelo canal oficial.

A caminhada

Caminhar pelo território

Abaixo está a planta do perímetro, desenhada com os dados abertos do OpenStreetMap: as ruas, os becos, a linha da maré e o círculo de 500 metros. Ela já está aqui, não pesa quase nada e não pediu nada à rede. Ao clicar em entrar, e só então, a página baixa os dados do território e o motor 3D, e o mesmo desenho vira volume — dá para orbitar, aproximar e andar por cima do bairro.

Planta do perímetro

O território em volume

Entrar baixa duas coisas que ainda não vieram: o arquivo do território (346 KB, cerca de 102 KB comprimidos) e o motor 3D (517 KB, cerca de 136 KB comprimidos). São aproximadamente 240 KB de transferência na primeira vez, e nada nas seguintes — depois disso, tudo é montado no seu aparelho.

A caminhada em 3D precisa de JavaScript ligado. Com ele desligado, ficam a planta acima e a descrição em texto mais abaixo — que dizem a mesma coisa.

O que se vê: volumes gerados a partir de 2.911 das 2.922 edificações mapeadas no OpenStreetMap dentro do perímetro (onze ficaram abaixo do piso de 8 m²), mais a malha de ruas e becos, as áreas de mata e campo e a linha da maré na Enseada dos Tainheiros. Um marco em ocre assinala a âncora, no Espaço Cultural Alagados. As alturas são estimadas, não medidas. Apenas 6 das edificações têm número de pavimentos declarado no OpenStreetMap e nenhuma tem altura levantada: todas as demais recebem 3,2 m, a altura de uma casa térrea, com uma pequena variação para o conjunto não parecer uma planilha. Isso é massa de partida para reconhecer o desenho das quadras — não é cadastro, não é levantamento topográfico e não descreve nenhuma casa em particular. As cores das paredes são escolhidas por sorteio estável a partir de uma paleta de autoconstrução: elas dão textura, não informação. Dados de © colaboradores do OpenStreetMap, sob licença ODbL 1.0, extraídos em 10 de agosto de 2026.

Equivalente em texto

O território descrito por escrito

Esta seção não é um resumo da cena 3D: é a mesma informação, em outra forma. Ela está sempre aqui, com ou sem JavaScript, com ou sem WebGL, com ou sem leitor de tela — e não depende de você ter conseguido abrir a cena.

O desenho do perímetro

O centro é o Espaço Cultural Alagados, na Praça do Uruguai, no Final de Linha. Dali, um círculo de 500 metros cobre um trecho denso do bairro Uruguai e alcança, a leste, a beira d'água da Enseada dos Tainheiros, com o mangue e a Ilha do Rato; a noroeste, o perímetro entra em Massaranduba.

O tecido é de quadra fechada e lote pequeno: a mediana das edificações mapeadas tem 57 m² de projeção no chão, e três quartos delas ficam abaixo de 87 m². São 200 trechos de via dentro do perímetro, sendo a maioria rua residencial estreita, calçada e escadaria — 54 caminhos de pedestre e 7 lances de escada, o que descreve um lugar de topografia irregular e circulação a pé.

Dentro do círculo há ainda 13 áreas de uso do solo declaradas no mapa: manchas de mata, campo e gramado, além de áreas residenciais. E há campo de futebol, quadra, praça e unidade de saúde, listados ao lado pelo nome com que foram mapeados.

Os números desta descrição saem do mesmo arquivo que alimenta a cena. Distâncias em linha reta a partir da âncora, arredondadas ao metro.

Lugares nomeados dentro do perímetro

42 lugares com nome próprio, como estão escritos no OpenStreetMap — inclusive as grafias e as abreviações de quem os mapeou. Nós não corrigimos nem completamos nada: o que estiver errado aqui está errado no mapa, e é justamente uma das coisas que uma oficina no bairro pode consertar, para todo mundo, na fonte. Residências e hospedagem ficam fora desta lista por decisão de privacidade. Se você responde por algum lugar listado aqui e não quer que ele apareça nesta página, escreva: a gente tira, sem precisar de justificativa.

Cultura e associação

Educação

  • Colégio Estadual Polivalente San Diego · a 63 m da âncora
  • Escola Luiza Mahim · a 234 m da âncora
  • escola municipal · a 113 m da âncora

Espaço público

  • Alagados · a 196 m da âncora
  • Base Comunitária do Uruguai · a 59 m da âncora
  • Campo Brinco do Uruguai Rei Pelé · a 285 m da âncora
  • Campo do Bate Estaca · a 291 m da âncora
  • Cozinha Solidária Nutrividas · a 463 m da âncora
  • Missionárias da Caridade · a 126 m da âncora
  • Praça da Redenção · a 492 m da âncora
  • Praça do Uruguai · a 30 m da âncora
  • Praça João Paulo II · a 183 m da âncora
  • Praça Padre Clóvis · a 65 m da âncora
  • Praça Santa Luzia · a 223 m da âncora
  • Quadra Poliesportiva · a 224 m da âncora
  • Santa Luzia do Lobato · a 471 m da âncora
  • Unidade de Saúde da Família Joanes Centro Oeste · a 485 m da âncora

Culto

  • Assembléia de Deus de Salvador · a 430 m da âncora
  • Igreja Batista Missionária Boas Novas · a 57 m da âncora
  • Igreja Batista Petencostal da Restauração · a 224 m da âncora
  • Igreja Pentecostal Deus é Amor · a 199 m da âncora
  • Igreja Pentecostal Resplendor da Glória de Deus · a 113 m da âncora
  • Paróquia Nossa Senhora da Piedade em Massaranduba · a 459 m da âncora

Comércio e serviço de rua

  • Assistência técnica Bandeirantes · a 470 m da âncora
  • Banco Comunitário Santa Luzia · a 115 m da âncora
  • Bar Ilha das Águas · a 284 m da âncora
  • Barpósito Pedro Bahia · a 307 m da âncora
  • Carlos Auto Elétrica · a 493 m da âncora
  • Casa da Rafa · a 236 m da âncora
  • Casa do Bolo 5 Irmãos · a 476 m da âncora
  • Encontro dos Amigos · a 413 m da âncora
  • Mercadinho · a 246 m da âncora
  • Mercadinho Jucicar · a 458 m da âncora
  • Mercadinho Serra · a 460 m da âncora
  • Mercearia da Lene · a 224 m da âncora
  • Mercearia Elshaday · a 57 m da âncora
  • Minimercado Massaranduba · a 484 m da âncora
  • Point da Neilza · a 33 m da âncora
  • Restaurante Mãe & Filho · a 84 m da âncora

Ficha técnica

O perímetro, em dados verificáveis

Tudo o que está nesta ficha pode ser conferido por qualquer pessoa, contra a mesma fonte pública que usamos.

Âncora do território Espaço Cultural Alagados
Nó 13261552236 no OpenStreetMap (amenity=arts_centre), em -12.929106, -38.491888. É a origem do plano: o ponto de coordenada x = 0, z = 0 da cena.
Raio do perímetro 500 metros
O recorte técnico dos dados foi feito a 520 m e a geometria que cruza essa borda é cortada ali — por isso nada na cena passa de 520 m do centro. O círculo é ponto de partida, não fronteira combinada com ninguém.
Edificações 2.922 mapeadas
Dessas, 2.911 viraram volume na cena; onze ficaram abaixo do piso de 8 m² e saíram. Apenas 6 têm número de pavimentos no OpenStreetMap e nenhuma tem altura medida.
Vias 198 mapeadas
Ruas, becos, calçadas e escadarias. Viraram 200 trechos no arquivo, porque duas foram cortadas em dois ao encontrar a borda do perímetro.
Água e chão 6 feições de água
Três trechos de linha de costa, um rio, o mangue e a Ilha do Rato — mais 13 áreas de uso do solo (residencial, mata, campo, gramado). A leste, a Enseada dos Tainheiros.
Lugares nomeados 75 extraídos
67 entraram no arquivo depois do recorte de privacidade e 42 deles têm nome próprio — são os que estão listados nesta página. Hospedagem, endereço, telefone e qualquer feição que aponte residência ficam de fora, de propósito.
Extração dos dados 10 de agosto de 2026
Consulta ao OpenStreetMap pela API Overpass, num perímetro de 500 m ao redor da âncora. É uma fotografia daquele dia: o mapa muda todo dia, e esta página não.
Fonte e licença OpenStreetMap · ODbL 1.0
© colaboradores do OpenStreetMap. Os dados são abertos e continuam abertos: cada feição da cena guarda o seu identificador de origem, o que permite tanto conferir quanto reimportar o mapa atualizado mais tarde.
Peso da cena 346 KB
Cerca de 102 KB comprimidos na transferência, com 16.885 vértices. Nada disso é baixado antes de você pedir para entrar.

Estado real, hoje

O que ainda não está aqui

Esta é a parte mais importante da página. O que você viu até agora é um chão vazio levantado a partir de dados abertos — e um chão vazio pode passar facilmente por algo pronto. Não é. Escrito sem rodeio:

  • Nenhuma obra foi recolhida

    Não há um folheto, um verso ou uma matriz de xilogravura no acervo. Zero. Nenhum autor foi cadastrado, nenhuma cessão de direitos foi assinada, nenhuma obra foi lida em voz alta em nenhuma oficina — e oficina nenhuma aconteceu.

  • Nenhum marco de autoria foi colocado

    O único ponto assinalado na cena é a âncora, que é o próprio endereço do equipamento cultural — dado público do mapa, não atribuição de autoria a ninguém. Nada do que está em pé ali foi construído por alguém do bairro: tudo é geometria derivada automaticamente do OpenStreetMap.

  • Nenhuma parceria foi formalizada

    Não há convênio, contrato, carta de anuência, patrocínio ou endosso — nem com o Espaço Cultural Alagados, nem com a Secretaria de Cultura do Estado, nem com nenhuma organização do território. A escolha deste perímetro é uma decisão nossa, unilateral, feita sobre dados públicos, e continua sendo uma proposta até que alguém de lá diga sim.

  • As alturas não foram medidas e o perímetro não foi combinado

    Os volumes têm a altura padrão de uma casa térrea porque o mapa não traz altura — inclusive o galpão do próprio Espaço Cultural, que aparece baixo demais para uma sala de 150 pessoas. E o círculo de 500 metros é um recorte técnico: um limite de verdade se desenha andando, com quem mora ali, e pode não ser redondo.

  • O nome disto não existe

    O construtor coletivo do território ainda não tem nome, e não vai ganhar um em reunião de marca. Será batizado com a comunidade, na oficina. Até lá, chamamos a coisa pelo que ela faz.

O que muda quando a primeira oficina acontecer

No dia em que houver um grupo reunido naquela sala, três coisas mudam de natureza. A primeira: as edificações deixam de ser um bloco anônimo, porque o grupo passa a apontar quais delas são lugar de alguma coisa — a esquina do verso, a casa da mestra, o ponto onde a procissão passa. A segunda: os nomes deixam de ser o que o OpenStreetMap diz e passam a ser o que o bairro diz, com as correções voltando para o mapa aberto, onde servem a qualquer pessoa. A terceira: aparecem marcos de autoria, e a partir daí este território deixa de ser uma demonstração técnica e passa a ser um registro — com obra, com nome, com data e com o direito de sair, se quem cedeu mudar de ideia.

O ciclo, aplicado a este lugar

O que propomos que aconteça aqui

O ciclo do projeto descrito de forma genérica em como funciona tem, neste território, um endereço, uma sala e um mapa. Assim ele se aplica ao lugar concreto.

  1. 1

    A oficina no galpão

    A proposta é ocupar a sala multiuso — a mesma de 150 lugares, sem palco, que o equipamento já usa para ensaio, oficina e apresentação — com um grupo do bairro, por encontros presenciais. Sem cadastro, sem senha, sem aplicativo para instalar: o que se leva é papel, goiva, tinta e o que cada pessoa já escreveu.

  2. 2

    A leitura em voz alta

    Antes de qualquer coisa entrar no mapa, os folhetos são lidos e as gravuras são mostradas ao grupo. É dessa leitura que sai a lista de lugares: o que a obra cita, onde ela se passa, de onde fala quem a fez. A obra vem primeiro; o cenário vem atrás dela.

  3. 3

    Os lugares citados, erguidos sobre este chão

    Cada lugar da lista é procurado no perímetro que você acabou de ver e construído por cima dele — tocando no mapa, colando uma coordenada ou pedindo em português ao agente construtor, que só age a pedido, mostra antes o que vai fazer, espera a confirmação do grupo e deixa registrado cada pedido. A IA não escreve verso, não inventa autor e não constrói sozinha.

  4. 4

    Os marcos de autoria

    No lugar construído fica uma placa com o nome de quem escreveu ou gravou, a obra e um link externo escolhido por essa pessoa — por exemplo, o perfil dela num mapa cultural público; qual instância será usada, nacional, estadual ou municipal, ainda está em aberto. Marco nunca vai na casa de ninguém sem consentimento expresso: o padrão é espaço público e ponto de produção cultural.

  5. 5

    Os pontos de produção cultural do bairro

    Além dos lugares citados nas obras, o grupo marca onde se produz cultura ali dentro: uma sede de associação, um ateliê, um grupo de capoeira, uma escola. Quais pontos entram é decisão de quem mora, não nossa — e há de onde partir sem começar do zero, porque o território já se mapeou antes: o Plano Local de Cultura de Itapagipe e o Catálogo Cultural de Itapagipe são documentos públicos, feitos a partir de mapeamento das próprias organizações locais.

Nada disso tem data marcada, e não vamos inventar uma. Este é o desenho do trabalho, não um cronograma.

O convite

Se você é do Espaço Cultural ou do bairro

Esta página foi feita de fora, com dados públicos, por gente que não mora no Uruguai. Ela vai estar errada em algum ponto — um nome trocado, uma rua que não é bem assim, um lugar importante que o mapa não registra. Escrever para nós é a maneira de corrigir.

Especificamente, seria de enorme ajuda saber:

  • se o perímetro de 500 metros faz sentido para quem anda ali, e onde ele deveria ir mais longe ou parar antes;
  • que lugares o mapa não tem — e quais dos que ele tem estão com o nome errado;
  • se há alguém escrevendo cordel, gravando xilogravura ou fazendo literatura no território, hoje;
  • se a ideia de uma oficina no galpão interessa a quem cuida daquela sala.

E o contrário também vale, com a mesma seriedade: se você é do Espaço Cultural Alagados e não quer que o equipamento apareça nesta página, escreva e a gente tira. Não é preciso justificar.

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