Pular para o conteúdo
Cordel 2.0 registro coletivo do território
Protótipo aberto — primeira obra ancorada no território · o livro citado não é distribuído aqui · nada nesta página representa parceria

Ponto de imersão · o primeiro · bairro Uruguai, Salvador

De pé na Praça da Alegria

Este é o largo em frente ao Espaço Cultural Alagados, no Final de Linha do Uruguai. O OpenStreetMap chama este chão de Praça do Uruguai; o endereço da Primeira Edição Alagados diz Praça da Alegria; e o poema de Dilma Santana canta Praça Alegria. Confirmar que é o mesmo largo é trabalho de campo — e é exatamente por causa dessa dúvida que ele foi escolhido para ser o primeiro ponto.

Na página do território você olha o bairro de cima, de 500 metros de raio, e escolhe para onde ir. Aqui não: aqui você está parado num ponto só, com o olho a 1,60 m do chão, e a única coisa que pode fazer é virar o olhar. Não dá para caminhar, e isso é de propósito. Um ponto de imersão não serve para percorrer um mapa — serve para dizer é daqui que se vê isto. É onde a obra encosta no chão.

O ponto fica em x = -29,7 m, z = -3,7 m no plano da cena, ou seja, a 30 metros da âncora do território — que é o Espaço Cultural Alagados, e que daqui está no azimute 82,9°, praticamente a leste, sem nenhuma construção na frente. Em coordenadas geográficas, -12.929139, -38.492162. No mapa aberto, este largo é o traçado w556406500.

Sem parceria formalizada. A Cordel 2.0 já trabalhou dentro do Espaço Cultural Alagados: a Primeira Edição Alagados, de março a junho de 2025, de onde vem o poema desta página. Isso é história documentada, e não é convênio — entre esta plataforma de território e o equipamento não há parceria formalizada, patrocínio nem endosso. A Base Comunitária, o colégio, as igrejas e os comércios citados nesta página são lugares reais e não têm relação alguma com este protótipo: aparecem porque estão no mapa aberto e porque o poema os nomeia.

O mirante

Olhar em volta, sem sair do lugar

O desenho abaixo é o horizonte medido deste ponto: 72 raios, um a cada 5 graus, e a altura em que cada um deles bate na primeira parede. Ele já está aqui e não pediu nada à rede. Ao clicar em entrar, e só então, a página baixa os dados do território e o motor 3D, e esse mesmo desenho vira o lugar em volume — com o folheto do poema plantado no chão à sua frente.

1° 2° 3° 4° N 0° NL 45° L 90° SL 135° S 180° SO 225° O 270° NO 315° Point da Neilza Associação de Capoeira Filhos do Nascente Base Comunitária do Uruguai Igreja Batista Missionária Boas Novas

Horizonte medido

Entrar no ponto

Entrar baixa o arquivo do território (346 KB, cerca de 101 KB comprimidos) e o motor 3D (563 KB, cerca de 153 KB comprimidos). São os mesmos dois arquivos da página do território: se você já entrou lá, eles provavelmente já estão no seu aparelho e não descem de novo.

O mirante em 3D precisa de JavaScript ligado. Sem ele ficam o panorama acima, o poema inteiro e a descrição de cada direção — que dizem a mesma coisa.

Sobre a fotografia de 360°

De onde vem. Foi tirada de pé nesta praça em 13 de agosto de 2026, às 9h33, por Carlos Vidal, que cede os direitos de uso da imagem a este projeto. É um panorama de 18.544 por 3.312 pixels, e o que se publica aqui é uma redução dele.

As pessoas que apareciam nela foram apagadas, e isso é deliberado. O original registra dezenas de pessoas reconhecíveis num espaço público — entre elas crianças brincando no piso da praça. Ninguém ali foi perguntado, e sem consentimento a imagem de uma pessoa identificável é dado pessoal que este projeto não tem base para tratar; no caso de criança, a lei é ainda mais dura. Então 31 regiões da foto foram pixelizadas de forma irreversível, antes de qualquer redução — pessoas e placas de veículo. A informação foi descartada, não escondida: não há filtro de navegador que a traga de volta.

Isto não substitui um termo de imagem, e não pretende. Se um dia a oficina quiser mostrar o rosto de quem é do bairro — e deveria querer, porque a praça é das pessoas e não do calçamento —, o caminho é o termo assinado, com cada pessoa sabendo onde a imagem vai aparecer. Até lá, o que se publica é o lugar. O arquivo original não está no repositório deste site e não vai estar.

O que a foto não cobre. Ela dá a volta inteira na horizontal, mas só vai de 32,15° acima do horizonte a 32,15° abaixo: o aparelho não capturou nem o céu a pino nem o chão sob os pés. Enquanto a foto está ligada, o visor não deixa olhar além dessa faixa — em vez de esticar o último pixel ou inventar um céu, ele simplesmente não leva você para onde a fotografia não olhou.

O rumo é aproximado. O aparelho não gravou bússola. O norte desta foto foi deduzido casando a fachada de tijolo amarelo do Espaço Cultural Alagados, legível nela, com o azimute que o OpenStreetMap dá ao mesmo prédio visto daqui — as duas larguras angulares batem dentro de 3,4°. É bom o bastante para orientar o olhar e não é levantamento: ninguém mediu com bússola de pé no ponto, e nada nesta página depende desse número para funcionar. Conferir isso é trabalho de oficina.

O que se vê: os volumes vêm das edificações mapeadas no OpenStreetMap dentro do perímetro de 500 m, mais as ruas, os becos, as manchas de mata e campo e a maré — a mesma geometria da página do território, vista de dentro. As copas de árvore aparecem só onde o mapa declara mata ou arvoredo, e são massa de folhagem, não espécie. As alturas são estimadas, não medidas. Das 141 edificações num raio de 120 m deste ponto, 139 têm exatamente 3,2 m — que é o padrão de casa térrea aplicado a quem não tem altura no mapa, e não uma medição. As duas exceções são o próprio Espaço Cultural (2,9 m) e o Banco Comunitário Santa Luzia (8,7 m). As cores das paredes são sorteio estável a partir de uma paleta de autoconstrução: dão textura, não informação. O mesmo vale para o que está desenhado sobre elas — o tijolo, o reboco descascado, a terra batida do chão, o remendo do asfalto: tudo é pintado no seu aparelho, com retângulo e degradê, e nenhuma fotografia é baixada. Não podia ser diferente: uma foto de fachada daqui seria a fachada de alguém. Três coisas na vista não são dado. A primeira é o folheto: ele não é um objeto que exista na praça — é um painel desenhado no seu próprio aparelho, na hora, a partir do texto do poema que está nesta página, e nenhuma imagem é baixada. A segunda é a faixa de terra baixa no horizonte, do outro lado da maré: não há dado nenhum da outra margem neste arquivo, e essa cinta é cenário declarado — sem casa, sem torre, sem recorte, porque a única coisa que sabemos é que a enseada tem outra margem e que ela é terra. Do ponto da praça ela nem chega a aparecer: fica atrás das casas. A terceira são as casas de preenchimento: onde o mapa aberto marca área residencial e não registra edificação nenhuma, a cena planta casas inventadas, para que o vazio não afirme que ali não mora ninguém. Elas são visivelmente mais pobres de detalhe que as do mapa — mais baixas, térreas, sem mureta, sem caixa-d'água e sem porta nem janela desenhadas —, não têm nome nem ficha, e a página do território diz quantas são. Os nomes que flutuam na vista marcam a direção do lugar, e aparecem mesmo quando o lugar está atrás de uma parede, porque são bússola e não fotografia; passe o cursor ou toque num deles para ler o que é e a quantos metros fica. Dados de © colaboradores do OpenStreetMap, sob licença ODbL 1.0, extraídos em 10 de agosto de 2026; levantamento deste ponto de vista gerado em 11 de agosto de 2026.

A obra

A primeira obra ancorada neste território

Até aqui o território era chão vazio: geometria tirada de um mapa aberto, sem uma linha escrita por ninguém de lá. Este poema muda isso. Ele é a primeira obra ancorada num ponto — e, por enquanto, a única. Não há um segundo folheto, não há acervo, não há coleção.

Obra ancorada neste lugar

PRAÇA DA ALEGRIA NO URUGUAI

Vou cantar Uruguai assim,Bairro cheio de beleza,Fé e cultura vejo em mim,Na Igreja com certeza,No porto e no dogão,Praça Alegria em canção,Espaço cultural é tal,Que guarda a alma local.

Espaço Cultural é luz,Com teatro e oficina,Mulher se reúne e produz,terapia e endorfina,Pilates pra se equilibrar,REPROTAI pra imaginar,Com a polícia a proteger,Uruguai é pra se viver.

Dilma Santana em Cordel 2.0: antologia volume 1 (2025)

Quem escreveu

O poema é de Dilma Santana. Não escrevemos biografia da autora aqui: se alguém deve contar quem ela é, é ela. O que esta página faz é uma coisa só — dizer onde a obra encosta no chão, e mostrar esse chão.

O que não fizemos com o texto

Nada. O poema está reproduzido caractere por caractere, como foi publicado. terapia está em minúscula porque está em minúscula no original. REPROTAI está em maiúsculas porque está assim no original — e não explicamos o que é, porque não sabemos. Corrigir a ortografia de quem escreve seria a forma mais educada de apagar a pessoa.

Onde a obra foi publicada

O poema saiu na antologia da Cordel 2.0, com ficha catalográfica na Câmara Brasileira do Livro. O arquivo do livro não é público: esta página cita a obra e reproduz o poema, e não oferece, não hospeda e não aponta para nenhuma cópia do livro para baixar.

Referência

Cordel 2.0 [livro eletrônico] : literatura popular e outros versos : antologia volume 1. Organizadores: Carlos Vidal, Celeste Farias. 1. ed. — Salvador, BA : Agilite Publicações e Interatividade, 2025. PDF.

Nota
Vários autores.
ISBN
978-65-89484-02-8
CDD
398.2

Ficha catalográfica elaborada por Cibele Maria Dias — CRB-8/9427

Os direitos

Os direitos sobre o poema são de quem o escreveu: nem esta plataforma nem quem a mantém adquire propriedade sobre ele, e o vínculo entre a obra e este ponto do território pode ser desfeito a qualquer momento, sem justificativa. Se você é a autora, ou responde por ela, e quer que o poema saia daqui, escreva e ele sai — é o mesmo que a página como funciona promete para toda obra.

Nomes locais

Os dois nomes do largo

O mapa aberto registra este chão como Praça do Uruguai. O endereço da Primeira Edição Alagados diz Praça da Alegria, s/n, bairro do Uruguai. E o poema canta Praça Alegria. O que se pode afirmar sem forçar nada é isto: o mapa registra um nome e a comunidade usa outro.

Não afirmamos que são o mesmo lugar. É provável que sejam — o endereço bate, a distância bate, o Espaço Cultural está do outro lado da rua. Mas provável não é confirmado, e a diferença entre as duas coisas é justamente o trabalho que falta fazer: em campo, perguntando a quem mora, não deduzindo de longe.

O mapa reforça a leitura por outro caminho: as 3 vias mais próximas deste ponto — a 13 m, 15 m, 24 m — chamam-se todas "Praça do Uruguai". O nome do largo já está no viário: quem mapeou entendeu este chão como praça e batizou até as ruas com o nome dela.

O mesmo desencontro, três vezes

Este não é um caso isolado do largo. Dentro de um raio pequeno deste ponto, o mesmo desencontro aparece três vezes, e sempre na mesma direção: o mapa tem a geometria e não tem o nome; a comunidade tem o nome e não tem a geometria.

  1. O largo

    O traçado w556406500 está no OpenStreetMap com o nome Praça do Uruguai. Os nomes em uso são Praça da Alegria e Praça Alegria.

  2. A loja do Budião

    A 34 m daqui, no azimute 254,7° (oeste-sudoeste), o mapa tem um ponto de comércio de esquina sem nome nenhum (n7830305654). Na fala do bairro esse ponto tem nome — é a loja do Budião. O mapa desenhou a porta e não escreveu a placa; confirmar que são a mesma coisa é trabalho de oficina.

  3. A Enseada dos Tainheiros

    A água que fecha este território a leste tem nome conhecido — Enseada dos Tainheiros — e nenhuma feição do dado carrega esse nome. O que existe são 3 trechos de linha de costa sem nome: a 226 m (NNL), a 268 m (N), a 356 m (SL). O nome vem da história do lugar, não do arquivo.

É por isso que este ponto foi escolhido para ser o primeiro. Ele demonstra sozinho, sem slide e sem promessa, a funcionalidade que o projeto chama de nomes locais: rotular os lugares com os nomes que a comunidade usa, e devolver a correção para o mapa aberto, onde ela serve a qualquer pessoa. Um nome corrigido numa oficina no Uruguai passa a existir para o entregador, para a ambulância e para o próximo projeto que baixar aquele mesmo dado.

Fonte do endereço: página da Primeira Edição Alagados, no site da Cordel 2.0 — cordel2pontozero.com/primeiraedicao-alagados. Fonte do nome cadastrado e das feições sem nome: OpenStreetMap, consulta de 10 de agosto de 2026, dados sob ODbL 1.0.

Verso e dado aberto

O poema e o mapa

O poema nomeia 8 coisas do bairro. Procuramos cada uma no mesmo dado aberto que sustenta esta cena e anotamos o resultado sem arredondar: 3 aparecem no mapa com esse nome, o resto não. Onde a tabela diz não está pelo nome, existe um candidato pelo tipo de lugar — e candidato não é prova.

"Fé e cultura vejo em mim, / Na Igreja com certeza"

Igreja Batista Missionária Boas Novas — a 30 m deste ponto, no azimute 295,5° (oeste-noroeste). Um templo com esse nome está no mapa, e está aqui do lado.

"Com a polícia a proteger"

Base Comunitária do Uruguai — a 36 m deste ponto, no azimute 209,2° (sul-sudoeste). O verso e o dado aberto se confirmam sem terem combinado.

Elementos citados no poema, situação no OpenStreetMap e lugar correspondente com distância e direção a partir deste ponto.
O que o poema diz No mapa Correspondente Onde
Igreja "Fé e cultura vejo em mim, / Na Igreja com certeza" está no mapa, com este nome Igreja Batista Missionária Boas Novas 30 m · oeste-noroeste (295,5°)
porto "No porto e no dogão" só um eco do nome Avenida Porto 370 m · sul-sudeste (157,1°)
dogão "No porto e no dogão" não está pelo nome Point da Neilza 36 m · norte-nordeste (24,2°)
Espaço cultural "Espaço cultural é tal, / Que guarda a alma local" está no mapa, com este nome Espaço Cultural Alagados 30 m · leste (82,9°)
Praça Alegria "Praça Alegria em canção" não está pelo nome Praça do Uruguai 0 m · norte (0°)
polícia "Com a polícia a proteger" está no mapa, com este nome Base Comunitária do Uruguai 36 m · sul-sudoeste (209,2°)
teatro e oficina "Com teatro e oficina" não está pelo nome Espaço Cultural Alagados 30 m · leste (82,9°)
Pilates / terapia "terapia e endorfina, / Pilates pra se equilibrar" não está pelo nome Unidade de Saúde da Família Joanes Centro Oeste 511 m · nordeste (53,1°)

Leitura sóbria, item por item

Três termos batem pelo nome: a Igreja, a polícia e o Espaço cultural — este último é a própria âncora do território. Os outros cinco não batem, e é importante dizer no quê. O porto não existe no dado: o que existe é uma Avenida Porto a 370 m, que é rua com nome de porto e não é porto. O dogão não aparece com esse nome em lugar nenhum; há lanchonetes por perto, e a mais próxima é o Point da Neilza, a 36 m — plausível, não comprovado. Praça Alegria e teatro e oficina caem no mesmo caso: existe o lugar, não existe a palavra. E Pilates e terapia não têm equipamento de saúde por perto — o mais próximo do dado está a 511 m, longe demais para ser o que o verso canta. A própria estrofe põe essas atividades dentro do Espaço Cultural; o mapa não registra nada disso, e nós não vamos registrar por ele.

A conclusão que a tabela sustenta é modesta e é suficiente: o poema conhece este lugar melhor do que o mapa conhece. Isso não é defeito do poema — é a descrição exata do que uma oficina no bairro serve para consertar, e do que ninguém conserta de escritório.

A classificação de cada linha vem do levantamento, em src/dados/praca-alegria.json, e não de leitura nossa do poema: "está no mapa, com este nome" significa que existe feição com aquele nome; as demais são candidatos por tipo de lugar. Nada aqui afirma o que a autora quis dizer.

Equivalente em texto

O que se vê daqui, direção por direção

Esta seção não é resumo do 3D: é a mesma informação, em outra forma. Está sempre aqui, com ou sem JavaScript, com ou sem WebGL, com ou sem leitor de tela. Os azimutes são graus a partir do norte, girando para leste: 0° é norte, 90° é leste, 180° é sul, 270° é oeste.

Um pátio cercado de casas baixas. Varrendo os 360° de grau em grau, até 200 metros, a parede mais próxima está a 22,2 m, a mediana é 53,4 m e a mais distante alcançada é 195,8 m. Apenas 1 desses 360 rumos não encontra parede nenhuma nesse alcance. O que se vê daqui é telhado, parede e céu — a silhueta em volta fica entre 0,6° e 3,9° acima da linha do olho, o que é baixo: nem skyline de cidade, nem linha d'água.

  • Norte 0°

    Primeira parede a 25,8 m; a mais distante atravessada por um raio deste setor, a 126,9 m.

    A edificação mais próxima é sem nome no mapa (w846440299): quina a 52 m no azimute 357,6°, 3,2 m de altura, 155 m² de planta. O topo dela fica a apenas 1,8° acima da linha do olho e ocupa 11° do campo de visão.

  • Leste 90°

    Primeira parede a 22,5 m; a mais distante atravessada por um raio deste setor, a 91,4 m.

    A edificação mais próxima é Espaço Cultural Alagados (w839380277): quina a 22,1 m no azimute 84,3°, 2,9 m de altura, 183 m² de planta. O topo dela fica a apenas 3,4° acima da linha do olho e ocupa 32° do campo de visão.

  • Sul 180°

    Primeira parede a 25,5 m; a mais distante atravessada por um raio deste setor, a 98,7 m.

    A edificação mais próxima é Base Comunitária do Uruguai (w556406499): quina a 25,4 m no azimute 207,1°, 3,2 m de altura, 289 m² de planta. O topo dela fica a apenas 3,6° acima da linha do olho e ocupa 30° do campo de visão.

  • Oeste 270°

    Primeira parede a 23,4 m; a mais distante atravessada por um raio deste setor, a 159,2 m.

    A edificação mais próxima é sem nome no mapa (w839100874): quina a 23,4 m no azimute 297,1°, 3,2 m de altura, 66 m² de planta. O topo dela fica a apenas 3,9° acima da linha do olho e ocupa 12° do campo de visão.

O Espaço Cultural Alagados, visto daqui

O galpão (w839380277) tem 183,4 m² de planta e 2,9 m de altura no mapa, num retângulo de 18 × 10,4 m deitado no rumo 119,3°. O centro dele está a 32,4 m no azimute 86,1° (L), e a parede mais próxima a 22,1 m. O topo fica a 3,4° acima da linha do olho e o prédio inteiro ocupa 32,4° de largura: cabe folgado num olhar só. Não há nenhuma edificação na linha reta entre este ponto e ele — a vista é direta.

Ressalva. O OSM não marca porta nem fachada principal neste way. É a parede cujo lado de fora aponta para a praça — inferência geométrica, não levantamento. Qual é a entrada de verdade é pergunta para a oficina responder em campo. Para ter essa parede de frente, o olhar aponta para 74,9°.

A água não aparece

A maré está a poucas centenas de metros, mas não se vê deste ponto, e a geometria fecha a questão: A visada do olho a 1,6 m até a linha d'água atravessa 8 edificações mais altas que ela. A primeira já basta: a 120,3 m a visada passa a 0,75 m do chão e w847204761 tem 3,2 m. A feição de água mais próxima é uma linha de costa a 225,8 m, no azimute 12° (norte-nordeste).

Nenhuma feição da cena carrega o nome "Enseada dos Tainheiros". Há linha de costa sem nome, um mangue e a Ilha do Rato.

Os lugares em volta

28 lugares mapeados num raio de 200 metros: 17 com nome próprio e 11 sem nome nenhum. Os nomes estão como o OpenStreetMap os traz, sem correção nossa. Cada lugar sem nome é uma vaga esperando o nome que o bairro usa. Residências e hospedagem ficam fora por decisão de privacidade.

Lugares num raio de 200 metros do ponto, com tipo, distância e direção. Quando o mirante está aberto, cada linha ganha um botão que vira o olhar até o lugar.
Lugar O que é Distância Direção Virar o olhar
Praça do Uruguai praça 0 m é este ponto
Igreja Batista Missionária Boas Novas templo 30 m oeste-noroeste · 295,5°
sem nome no mapa comércio de esquina 34 m oeste-sudoeste · 254,7°
Base Comunitária do Uruguai base de polícia 36 m sul-sudoeste · 209,2°
Point da Neilza lanchonete 36 m norte-nordeste · 24,2°
sem nome no mapa quadra 46 m sul-sudeste · 163,6°
sem nome no mapa bebidas 47 m oeste-sudoeste · 237,2°
sem nome no mapa quadra 48 m sul-sudeste · 161,4°
Restaurante Mãe & Filho restaurante 55 m oeste-sudoeste · 250,9°
sem nome no mapa lanchonete 59 m norte-noroeste · 347,8°
Associação de Capoeira Filhos do Nascente centro comunitário 60 m leste · 79,2°
Praça Padre Clóvis praça 70 m norte-nordeste · 15,2°
sem nome no mapa lanchonete 71 m sul · 182,9°
Colégio Estadual Polivalente San Diego escola 71 m sudeste · 145°
Mercearia Elshaday comércio de esquina 85 m leste-nordeste · 63,9°
escola municipal escola 92 m sul-sudoeste · 213°
Banco Comunitário Santa Luzia banco comunitário 95 m sul-sudoeste · 208,8°
sem nome no mapa quadra 97 m leste · 98,7°
sem nome no mapa quadra 99 m leste · 99,2°
Missionárias da Caridade assistência social 137 m sudeste · 145,2°
Igreja Pentecostal Resplendor da Glória de Deus templo 143 m leste · 90,6°
sem nome no mapa praça 145 m oeste · 268,2°
Paróquia Nossa Senhora dos Alagados e São João Paulo II centro comunitário 152 m leste-sudeste · 113,2°
sem nome no mapa bebidas 169 m norte-nordeste · 23,3°
Igreja Pentecostal Deus é Amor templo 170 m oeste · 273°
Praça Santa Luzia praça 195 m oeste-sudoeste · 239,7°
Quadra Poliesportiva quadra 196 m oeste-sudoeste · 240°
sem nome no mapa lanchonete 197 m leste-sudeste · 105,8°

Distâncias em linha reta a partir do ponto, arredondadas ao metro. Azimutes em graus a partir do norte. Levantamento gerado por tools/inspeciona-praca.mjs sobre a cena de 10 de agosto de 2026 — © colaboradores do OpenStreetMap, ODbL 1.0.

De volta

Este ponto é parte de um território

A Praça da Alegria é um ponto dentro do primeiro perímetro: 500 metros de raio ao redor do Espaço Cultural Alagados. Lá estão as edificações todas, as vias, a maré e a ficha completa de onde vem cada dado — e a vista de cima, em que dá para percorrer o bairro inteiro.

E se você tem um poema preso a um lugar do seu bairro, o caminho para pô-lo no mapa — o que é pedido, por quê, e o que ainda não é possível — está em participar.

← Voltar ao território Como funciona o projeto Pôr uma obra no mapa

Se você é do Uruguai

Esta página foi feita de fora, com dado público, por gente que não mora aí. Ela vai estar errada em algum ponto. Escrever é a maneira de corrigir — e o nome deste largo é a primeira pergunta da lista.

cjaviervidalg@gmail.com

Sem formulário, sem conta, sem cookie. O giroscópio, quando ligado, fica no seu aparelho: nada é enviado a lugar nenhum, porque não há para onde enviar.